Dias para padrões meninas

Para Fernanda, Marcela e outras dezenas de meninas que cruzaram a vida do frei, não há dúvidas de que os padres podem cometer abusos heterossexuais. LEIA TAMBÉM: Padre abusou de coroinhas. Papa não fez nada para prevenir abusos do clero, diz vítima nos EUA. Mais problemas para padres e bispos LAS MENINAS SE VAN DE PASEOHace unos días Marimar nos encargó una mochila de cuerdas, un modelo como el que le habíamos hecho hacia unos meses, pero cambiando el estampado y algún detalle para que le resultara más cómoda.La tela elegida fue una de meninas de colores sobre un fondo negro, súper moderna y divertida, que compré en un viaje que hice a Madrid y en el que me recorrí ... 05-mar-2020 - Explora el tablero 'CITAS SOBRE PADRES E HIJOS.' de Cuquita Salinas Salinas, que 245 personas siguen en Pinterest. Ver más ideas sobre Hijos, Frases para hijos, Pensamientos. 08-jul-2017 - Explora el tablero 'Fondos de pantalla para niñas' de Camila Mirena, que 271 personas siguen en Pinterest. Ver más ideas sobre Fondos, Fondos de pantalla, Pantalla. 'African-meninas' es un libro infantil ilustrado que reúne las biografías de 30 mujeres africanas que han marcado la historia de África en multiplicidad de disciplinas y contextos. Con este libro queremos devolver a todas ellas el lugar que les corresponde dentro de la historia universal. African-meninas es el primer libro de una colección dirigida al público infantil. Harry Potter “Matías, mi hijo mayor de 8 años, está en 2do grado y tomamos tiempo para ayudarlo a tener interés por la lectura. Todas las noches leemos juntos Harry Potter pues le encanta la ciencia ficción (ya casi termina el primer libro de la serie, Harry Potter y la Piedra Filosofal). LAS MENINAS SE VAN DE PASEOHace unos días Marimar nos encargó una mochila de cuerdas, un modelo como el que le habíamos hecho hacia unos meses, pero cambiando el estampado y algún detalle para que le resultara más cómoda.La tela elegida fue una de meninas de colores sobre un fondo negro, súper moderna y divertida, que compré en un viaje ... 07-dic-2015 - Explora el tablero 'FRASES PADRES' de Verito Saher, que 110 personas siguen en Pinterest. Ver más ideas sobre Frases, Frases bonitas, Frases para padres. As investigações sobre o caso do padre Emilson Soares Corrêa, já indiciado por estupro de uma menina de sete anos, ganharam novo personagem. A menina de 15... Tutus para niñas, Tutti Tutu ofrece hermosos diseños para cada momento especial, creamos cada uno de los tutus para niñas tomando en cuenta cada una de tus ideas, si tienes algo en mente, puedes compartirlo y nosotros lo realizamos, diseños personalizados combinamos tejidos de todos los colores.

Fui transar por curiosidade e olha no que deu

2020.09.20 22:32 sorcererflows Fui transar por curiosidade e olha no que deu

Eu (25h) nunca achei que sexo precisaria ser com alguém que você necessariamente ama mas mesmo assim passei muitos anos virgem, nunca me incomodei e meus amigos mais próximos sabem. Sempre fui bem tímido e meio ruim de papo, o que só ajudou nisso kkkkk No final de julho tive a brilhante ideia "vou sair com uma acompanhante" Comecei a pesquisar nos sites, fóruns, comentários, vídeos e etc... só a ideia de que quando achasse o equilíbrio certo de custo x beneficio eu iria transar já deixava meu pau duraço. Encontrei uma menina bem bonita e com boas avaliações e fui falar com ela no wpp, como o anúncio já era bastante claro e os comentários já dizia os serviços prestados foi uma conversa bem rápida e fui pro flat dela. Estava COMPLETAMENTE calmo, sim fiquei estranhamente bem de boa antes de conhecer ela pessoalmente e durante a transa, a transa em si foi boa para padrões de perder a virgindade que vejo as pessoas falando por ai, sai satisfeito até mas no carro voltando pra casa o pau já estava duraço novamente, cheguei em casa e bati uma pra um vídeo de uma garota parecida com ela. Fiquei com um pensamento de que poderia ter feito melhor e de que aquela garota não tinha sido uma boa escolha apesar de bonita e ter feito tudo o que foi combinado. 1 semana, muitas punhetas e muitos anúncios depois escolhi outra garota pra sair, dessa vez em um motel. Peguei o quarto, avisei o número e ela chegou menos de 5 minutos depois, ela era a mulher das fotos mas por uma questão de ângulo, iluminação parecia ser bem mais bonita do que realmente era, apesar disso fizemos um sexo mais gostoso onde agora eu que estava mais no controle da situação. Sai do motel CANSADO e satisfeito mas adivinhem o que aconteceu quando cheguei em casa? O pau duraço, bati uma e fui dormir. No outro dia fiquei com vontade de fazer um sexo igual do dia anterior mas com uma mulher mais gata... e lá vamos nós, 1 semana, muitas punhetas e muitos anúncios depois achei uma outra acompanhante muito linda por um preço bem em conta e chamei no wpp, ela já veio mandando áudio com uma voz que já me deixou de pau duro (não é difícil eu ficar de pau duro mas tudo bem) ao contrário das outras essa não tinha nenhum comentário mas tinha uma boa descrição então precisei tirar mais algumas dúvidas sobre os serviços prestados do qual alguns ela respondeu e outros não meio que mudando de assunto e perguntando se eu queria ir naquele mesmo momento pro flat dela. Fui pra lá, bato na porta e quando abre pra surpresa de 0 pessoas não era a mulher do anúncio mas era uma gatinha então deu ruim mas deu bom. O problema foi que no atendimento as coisas que estavam no anúncio não foram cumpridas e novamente eu sai frustrado, cheguei em casa bati uma e bora procurar outra acompanhante. Algumas semanas, muitas punhetas e muitos anúncios depois achei outra mulher, gata, completa, vários comentários, chegou no motel antes do combinado e meus amigos, o bagulho foi louco. Ela fazia de tudo, metemos muito e ainda conversamos bastante, sai cansado, satisfeito e quando cheguei em casa... o pau molengão kkkkkkkkk mas antes de dormir ficou bem duro novamente e eu bati uma pra relaxar. Antes de transar pela primeira vez eu não pensava tanto em sexo e me masturbava 1~2 vezes por semana, agora eu eu só penso em foder e não fico 1 dia sem desde o final de julho, surpreendentemente meu consumo de pornô não aumentou tanto quanto a vontade de me masturbar, 95% das vezes eu faço no banho só com a imaginação mesmo. O problema estão sendo os pensamentos durante o dia-a-dia e o liquido que sai do pau pra lubrificar que esta sujando minhas cuecas (eu que lavo, só é chato mesmo) Eu achei que quando fizesse pela primeira vez eu daria uma acalmada mas pelo visto foi o efeito contrário.

EDIT: Esqueci de falar que já estou com programa combinado com outra garota pra amanhã
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2020.09.11 18:08 Enscie Cansaço emocional (Ajuda e dica)

Olha pessoal, tudo bem!
(Peço que não façam ataques ou comentarios sobre a instituição, religião... mas proposito e me ajudar)
Eu tenho estado um pouco triste, sou homem e tenho 24anos, e ate tive uns pensamentos de desistência ... No inicio do ano eu perdi meu relacionamento, após isso ao chegar em casa meu pet havia morrido e semanas depois perdi o emprego e veio a pandemia... Passei um período um pouco complicado mas me apeguei a Deus e com isso criei uma esperança da restauração do meu relacionamento... Não culpo Deus nem nada, mas por ter feito períodos extensos de busca incessante para esse proposito, isso se tornou meu objetivo sabe! Durante a pandemia frequentei uma igreja um pouco mais conservadora e rígida, até gostei do lugar mas vejo que eu acabei por me mudar sabe, eu seguia cultos de outra igreja pela internet e vejo que eu alterava o que ouvia e hora entendia certo e hora criava minhas ideias sobre isso, tanto que cheguei a não me comunicar com meus familiares por achar que eles queriam abater minha fé e impedir que eu tivesse meu relacionamento... Eu realmente perdi o controle, mas não era culpa da igreja mas sim minha... E isso me trouxe sofrimento pq vejo que gastei muito tempo buscando essa restauração uns 4~5 meses e não estudei nada do que gostaria... E toda vez que vou estudar acabo por me frustar por ver que não era agora o tempo de fazer isso...
Isso me trás uma frustração grande uma tristeza enorme e da ate vontade de findar com tudo sabe! Além de ter uns pensamento me perturbando constantemente... Eu queria voltar trabalhar mas não estou me sentido capaz sou de TI era da área de suporte... Além do mais minha ansiedade voltou e chego a passar mal só de começar a falar isso... Estou me sentindo um velho com 24 anos e sinto que gastei meus melhores anos dos 22 aos 24 com aquela menina, tenho raiva dela, tristeza por ter a perdido, talvez goste um pouco sla... E quero crescer, estudar, mas me sinto desanimado e triste... Eu ainda por cima ejaculação precoce e a tentar sair com uma menina não rolou... Agora eu quero sumir pois ela me esculachou depois... e me sinto incapaz de ter uma relação e a poucos dias encontrei alguém super legal, e estou curtindo ela... Ela e linda do jeito dela, mas as vezes passa um pensamento de ter que ter uma mulher super linda, mas no fim das contas eu gostei dela e não to ligando pra opiniões, mas gostei dela mesmo e quero continuar pra saber se rola algo serio... Até falei do meu problema e ela esta processando e disse que podemos tentar no momento certo e se ajeitar quanto a isso... E sabe que eu quero tratar no futuro... Mas a coisas triste é muita coisa na minha cabeça sabe e a felicidade parece não chegar... Quero muito uma virada... uma mudança boa sabe! Sò quero ver o lado bom das coisas...
Meu pai costuma falar que devemos buscar mulher bonitas e tal, pq o povo julga e infelizmente o mundo e mal e tal... e isso passa pela minha cabeça, mas sei lá as vezes acho uma pessoa super legal e beleza dela não é esse padrão e fico chateado... To de saco cheio dos padrões que as pessoa criam, de tudo sabe! Sofri bastante nesse período e queria paz, mas não to tento.... Mas acredito que vou conseguir me curar e me livrar de tudo que é ruim! Acredito precisar de ajuda... e talvez remédios pra controlar tudo..,..
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2020.08.18 01:59 EuRoddy Sou rejeitado por ser fora dos padrões

Amigos, preciso de ajuda.
Sou homem, carioca, tenho 28 anos, sou negro e gay. Embora eu seja uma pessoa normal, não tenho traços bonitos, meu rosto é coberto de cicatrizes e manchas de acne e foliculite, sou alto e desengonçado e sempre tive dificuldade em ganhar peso. Ou seja, sou feio. Talvez isso não seria um problema se minha vida não fosse tão triste...
Desde muito pequeno, sempre soube que era diferente. Embora gostasse de "coisas de menino", sempre percebi que a figura masculina me atraia muito mais que a feminina. Mas, por conta do enorme preconceito do ambiente familiar e na escola, tentei, por muitos e muitos anos, refrear qualquer tipo de sentimento homoafetivo. Sempre busquei me aproximar dos homens apenas como forma de amizade. Felizmente, pude ter alguns amigos ao longo dos ensinos fundamental, médio e superior. Apesar disso, o bullying foi uma constante na minha vida. Sempre fui humilhado, ridicularizado e até agredido fisicamente na minha infância e adolescência por ser um menino sensível, péssimo nos esportes e, sim, feio. Não bastasse a humilhação por parte dos meninos, também era rejeitado por muitas meninas. Na minha tentativa fracassada de tentar ser hétero, acumulei apenas frustrações. Conclusão: terminei o ensino médio, com 17 anos sem sequer ter beijado na boca.
Entre 2010 e início de 2012, passei um dos períodos mais solitários da minha vida. E foi nesse período que minha saúde mental piorou. Ao ter meu primeiro contato com a pornografia gay, me dei conta de que por mais que tentasse, era impossível mudar a minha natureza. Ou seja, eu era gay e teria que me conformar. Porém, logo me dei conta de que ser gay não seria fácil. Além de ter a certeza de que jamais poderia me assumir por conta da religião da minha família, me dei conta de que o meio gay tem um gosto em que não me encaixava: homens brancos, musculosos e bonitos. Exatamente o contrário do que sou.
Quando comecei a faculdade, felizmente encontrei um ambiente diferente de tudo que até então tinha experimentado. Mantendo minha sexualidade escondida, fiz amizades, fui respeitado, saí, me diverti. Porém, faltava algo. Nunca havia namorado. Sequer tinha ficado com alguém. Estava eu com 23 anos sem sequer saber o que era tocar em uma pessoa. Até que, por influencia de amigos, cometi um dos piores erros da minha vida. Tentei namorar uma amiga, a única pessoa que, até então, demonstrou abertamente ter gostado de mim como homem. Meu desespero em me sentir uma pessoa normal falou mais alto, e eu investi nesse relacionamento desde o princípio fadado ao fracasso. Foi nela em quem dei meu primeiro beijo. Mas foi só isso. Embora eu tentasse, não sentia atração sexual por ela. Por mais carinhosa que fosse, eu sabia que não era aquilo que eu queria pra mim. Mas eu não poderia dizer porque tinha vergonha e medo demais para assumir que era gay. Até que um dia, tivemos uma discussão por conta de um amigo que ela não gostava e nossa tentativa de ficada acabou poucos meses depois. Pelo menos eu saí da faculdade tendo beijado na boca. Mas ainda virgem. Aos 25 anos...
O tempo passa. Me limito a saciar minha sexualidade com pornografia e masturbação. Mas só quando dava, porque dividia o quarto com meu irmão. Em 2018 entro no mestrado. Pouco mais de um ano depois, começo a escrever minha dissertação, termino meu estágio numa boa empresa e agora tenho tempo de sobra pra ficar em casa. E foi aí que a coisa piorou mais ainda. Novamente solitário, vieram a ansiedade e os sintomas de depressão. Não tinha ânimo para nada, sentia apenas o desespero por viver uma vida de merda, sem emprego, fazendo algo que detestava, e sem nunca ter tido a oportunidade de ser quem eu realmente era. Até que, decido a finalmente viver minha sexualidade, criei uma conta em um app de encontros gay, o Grindr. Tentando ter minha primeira experiência sexual, já aos 27 anos, acabei dando de cara com outra realidade: a do preconceito no mundo gay. Sendo negro, pobre, magro e fora de qualquer ideal estético, só encontrei mais rejeição. Algumas poucas e raríssimas vezes, tive momentos de felicidade ao não ser bloqueado por alguns caras, a maioria desses apenas por causa do meu pênis, certamente a minha única qualidade reconhecida pelos gays. Por quatro meses, busquei me relacionar com alguém, sem nenhum êxito. Até que em 4 de março desse ano, tive a chance que mais queria. Perder a virgindade. Mas o que parecia bom, foi na verdade uma das piores sensações da minha vida. Ao chegar na casa do rapaz, que morava a uns 500m da minha casa, me foi dado apenas o direito de fazer sexo oral e receber o esperma dele. Migalhando um pouco de prazer, me arrisquei fazendo sexo sem camisinha com um cara que nunca tinha visto na vida. Não rolou beijo, não rolou conversa, não rolou carinho. Apenas tive 10 minutos de sexo e fui pra casa. Uma semana depois, conheci outro cara, de 38 anos, lindo. Definitivamente a melhor coisa que poderia acontecer. Quando nos encontramos, ele pegou na minha mão, conversou comigo e me deixou à vontade. E transamos. Ou melhor, tentamos. Dessa vez, a minha total inexperiência me brochou. Ele gozou, eu não. Aliás, também não gozei na minha primeira transa. Perguntei a esse cara se eu o tinha decepcionado, ele disse que não, que deu errado pelo nervosismo. Acreditei nisso. Até que um dia, ele me chamou para ir à casa dele, à noite. Por medo de dar errado de novo, e pra não gerar desconfiança em casa, não fui. E o cara que eu achei compreensivo, e o primeiro homem que beijei, aos 27 anos, passou a me ignorar. Semana passada, tive uma das piores crises de ansiedade que já senti. Chorei de domingo a sexta. Tentando me aproximar dele de novo, pedi sua ajuda. Disse que estava me sentindo mal. Perguntei a ele se ele tinha me achado realmente atraente, se ele sentiu tesão em mim. Ele disse que iria responder, que estava digitando e que mandaria a resposta quando pudesse. Até agora nenhuma resposta. Me senti rejeitado de novo. Mas nada está ruim que não possa piorar...
Continuando minha busca por viver minha sexualidade, encontro cada vez mais nãos. Quando inicio uma conversa enfiando foto, sou bloqueado. E nas situações em que a conversa passa do oi, todo interesse do outro lado acaba quando mostro meu rosto e meu corpo. Cada vez mais minha autoestima diminui. Me sinto um lixo. Desde janeiro faço academia, já ganhei peso (embora ainda magro), tenho cuidado da pele do rosto e já até adotei um penteado mais moderno, mas tudo que eu tento fazer para ser alguém atraente de nada adianta. Sou preterido por ser fora dos padrões. Me sinto feliz por saber que ao menos uma vez pude beijar e me relacionar com alguém. Mas a certeza de que dificilmente irei encontrar alguém com quem possa dividir bons momentos me entristece demais. Aos 28 anos, nunca namorei. Nunca soube o que é me apaixonar. Não sei o que é sair com um namorado. Não sei o que é ser amado. E por mais que eu tente ser bom nas outras áreas da minha, a solidão é dolorosa demais. Sinto vontade de morrer. Minha comunidade me rejeita.
Sou infeliz.
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2020.07.28 00:37 irmao_urso00 Eu ODEIO a biologia humana

Algumas pessoas têm tudo e outras pessoas passam por dificuldades crônicas só por nascerem de determinada maneira. E pra piorar, mesmo as que nascem sem problemas são escravas dos próprios instintos, o que muitas vezes deixa a pessoa deprimida mesmo tendo tudo o necessário para a felicidade. Eu explico:
Eu considero que tenha uma vida boa. Tenho aparência e altura mediana, não tenho um micropenis, não tenho algum retardo físico ou mental etc. No geral eu não tenho motivos para reclamar, e eu não reclamo.
No fim do ano passado, eu conheci uma menina quando tinha ido pra um bar com uns amigos meus. Ela era bem simpática e engraçada, e tinha deixado implícito que estava flertando comigo. A partir daí a gente começou a sair. Ela não era muito bonita, mas eu não me considero toda essa areia pra só sair com gente linda, então eu nem pensava muito sobre. Nas vezes que a gente saiu ela acabou me contando um pouco da vida dela, e como ela sofria zoações e comentários de mal gosto na época da escola (nós dois temos 21 anos) por conta da aparência e por ser mais gorda naquela época, apesar de atualmente ela ter um corpo bem bonito. Enfim, adolescentes podem ser muito maldosos. Fiquei com a maior pena, mas ela disse que hoje se aceita melhor e tal, o que é ótimo. Mesmo assim, ela gostava muito que eu elogiasse ela, mandava umas fotos dela fazendo qualquer coisa durante a semana e eu sempre respondia bem né, eu sempre tento levantar a moral das pessoas de quem eu gosto, principalmente em relacionamentos românticos.
O problema é que foi passando as semanas e eu tava percebendo que ela tava se tornando muito envolvida comigo, talvez quisesse alguma coisa mais séria. E isso é um problema, porque eu não me importo de elogiar meus amigos. Tem uns que parecem que foram atropelados por 5 carros e eu vou lá na foto deles e comento "Gostoso.", mas como existia um interesse romântico eu já tava me sentindo mal de comentar "uau que linda" sendo que, sinceramente, eu não achava isso. E todo mundo merece alguém que o/a considere bonito/a. Havia outras coisas que a gente não combinava e que me incomodavam, mas eu não posso negar que aparência era uma delas. Eu tentei me convencer do contrário por alguns dias. Antes que a situação piorasse e ela se apaixonasse ou sei lá, fui conversar com ela pra gente parar de sair. Ela aceitou de boa, me pediu uma longa explicação sobre o porque a gente não da certo e claro eu não citei esse motivo. No fim ela falou que entendia mas não estava "apaixonada" nem nada, e honestamente espero que seja o caso.
Agora, durante a quarentena, uma menina que eu nunca vi antes veio me chamar no Facebook, e perguntou se queria que eu fosse amigo dela (tenho que parabenizar a coragem de fazer isso, eu não faria). Ela até que era bastante parecida com a outra menina que eu tinha saído. Ou seja, era o mesmo problema DE NOVO. Dessa vez eu tentei realmente me convencer que eu achava ela bonita, ficava olhando as fotos dela esperando que eu fosse ver alguma coisa que mudasse minha opinião. Enfim ela falou um pouco da vida dela, era meio deprimida e atualmente não estudava nem trabalhava mas estava começando um estágio em algum lugar, e ela não parecia ter muitos interesses ou opiniões sobre nada, ficava pedindo desculpa várias vezes etc. Eu entendo, depressão faz isso com as pessoas. Mas eu não ia esperar ela se envolver antes de tomar alguma atitude, então resolvi deixar a conversa morrer depois de alguns dias.
E agora eu estou aqui, PUTO com a realidade porque é a segunda pessoa que eu rejeito por um motivo fútil, mas que não tem nada que eu possa fazer, porque eu não consigo escolher quem eu vou achar bonito ou feio. Se você está lendo isso pode ficar com a impressão que eu devo ter umas exigências irreais de aparência, mas a segunda menina também parece ter sofrido o mesmo que a primeira (até porque ela é de uma colônia alemã que as fotos de turma era umas gurias que se encaixavam em todos os padrões estéticos possíveis, e ela destoava infelizmente).
É isso, me sentindo uma pessoa horrível, sinto que eu cometi duas injustiças com meninas que não fizeram nada pra merecer a situação que elas têm, e em vez de ajudar eu fui lá e acrescentei mais uma experiência negativa. Como eu queria não me importar com aparência, eu não quero namorar essas meninas super-lindas-totalmente-padrão, mas ainda sim eu me importo, e isso é triste. Desculpa, ficou muito longo, obrigado por ler até aqui. Por favor me digam como vocês veem esse tipo de situação, preciso ouvir outras opiniões.
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2020.07.17 05:03 PitchBlackMist [Muito longo] Oportunidades perdidas

Sinto que esse texto possa a vir a expressar uma certa arrogância e narcisismo, mas ainda assim quero escrever o que sinto.
Atualmente sou um jovem de 16 anos, nasci no interior de uma cidade pequena no sul do nosso Brasilzão. Meu irmão mais velho cuidou de mim quando pequeno (gostaria que fôssemos mais próximos hoje, mas esse não é o tema do desabafo), ele ensinou-me a ler e escrever quando eu tinha uns 4 anos. Cursei a pré-escola numa escolinha pacata com uma dúzia de alunos, inclusive ela fechou no mesmo ano que eu saí. Porém não reclamo disso, acho que foi bom pra mim, aprendi bons valores lá.
Em 2010 eu precisei trocar de escola, entrei numa escola de campo (a única próxima de minha casa, mesmo estando há 20km de mim). É uma escola pública, pequena, cerca de 150 alunos do pré até o ensino médio. Não tenho muito a reclamar do primeiro ao terceiro ano lá, eu tive acesso à internet desde cedo e gostava de procurar sobre dinossauros e o universo e falava disso com meus amigos, tanto é que eu ganhei o apelido de alienígena por isso (não era na maldade, até hoje alguns amigos me chamam assim). No segundo ano, inclusive, fiquei internado e perdi um mês e meio de aulas espalhadas ao longo do ano, mas eu tirava boas notas então fui aprovado assim mesmo, lembro de ficar irritadíssimo quando deixei de ganhar uma medalha numa olimpiadazinha da época.
Quando eu ingressei no quarto ano deparei-me com um repetente que, talvez como uma forma de lidar com a depressão que sofria após a morte do irmão, via-me como um alvo fácil para bullying. Eu era gordinho, chorava fácil, não sabia brigar, era mimado, era nerdão, o alvo perfeito, não? Até o sexto ano eu fui quase que constantemente bullynado por ele e mais um menino que não tinha nem mesmo vantagem física sobre mim, mas eu já tinha desenvolvido um complexo de inferioridade e acabava por me deixar ser abusado. Eu faltava muito às aulas, fingia estar doente, deixava de fazer o dever de casa, tive um péssimo desempenho durante esses anos, inclusive tentei suicídio aos 10 anos (foi uma tentativa boba de me enforcar com os lençóis que obviamente não funcionou, mas eu genuinamente desejava a morte). Como fuga da realidade eu recorria às redes, usava o computador de casa o máximo que podia para jogar Minecraft, Kogama, GTA:SA... O YouTube também servia-me como um grande passa-tempo, os 4 aventureiros foram a alegria da minha infância. Porém, meu irmão, no ápice de sua adolescência, dependia das redes sociais como forma de socialização já que moramos no interior, longe de qualquer pessoa da nossa idade além de alguns esparsos vizinhos que tínhamos, isso ocasionava muitas e muitas brigas porque eu era quase que dependente da internet pra fugir da realidade, e ele também dependia dela pra ter alguma vida social. Ele também passou por uma depressão profunda que ocasionava um comportamento agressivo, passamos mais de um ano inteiro sem dizermos uma palavra para o outro. Hoje ainda não somos mais tão próximos quanto quando éramos quando crianças, embora tenhamos superado essas diversas brigas.
Mas o tempo passou, no sétimo ano um dos bullies se mudou e o outro havia superado a morte do irmão, então eu não era mais abusado. Infelizmente, os últimos três anos de abuso na escola e em casa haviam mexido comigo; eu já não sentia mais prazer em estudar e, com meu irmão tendo um computador para ele mesmo, eu tinha acesso livre às redes e passava o dia todo jogando e vendo vídeos no Youtube, a única amizade que eu tinha era um cara que estudava comigo e que jogava comigo. Eu não reconhecia de verdade nossa amizade, eu via a realidade sob uma lente distorcida graças aos anos anteriores e não confiava em ninguém. Eu permaneci assim até o nono ano, em 2018; nunca fiz amizades reais fora da escola, nunca dormi na casa de outro amigo, só tive uma única amiga mulher, nunca pude experienciar a auto-descoberta e o início da sexualização do meu corpo junto à uma menina que estivesse passando pelo mesmo. Eu era manipulado facilmente nas redes, eu era radicalizado pela política aos 13 anos e desfiz a única amizade que tinha com uma mulher na vida real porque ela não apoiava o Bolsonaro. Eu também nunca dei meia foda aos estudos, nunca me importei em estudar; acredito que eu não aprendi quase nada no Fundamental II, eu não prestava atenção nas aulas, ficava conversando (com meu único amigo) e no celular a aula inteira, só estudava uma noite antes da prova ou no ônibus indo para a escola. Acredito que Deus tenha me abençoado com certa inteligência, pois mesmo fazendo tudo isso eu nunca peguei recuperação e quase nunca fiquei abaixo da média em uma prova. Claro, eu estudava em escola pública E de campo, não precisava ser nenhum gênio para isso, o conteúdo é de nível inferior quando comparado ao de uma escola decente ou, até mesmo, quando comparado com a escola pública média.
Eu não diria que tinha depressão, eu era ignorante do que deixava de experienciar, então nunca me importei... até entrar no ensino médio. Eu tinha um amigo virtual, que eu conhecia no Discord, ele aconselhava-me sobre a vida, ele me norteou e me ajudou a superar a ansiedade social que eu tinha na época. Ele é a razão de eu não ter continuado sendo o zumbi triste que eu fui durante o Fundamental II inteiro, ele me introduziu também à maravilha que é a MPB, coisa que eu jamais teria descoberto sem ele. Porém, eu tornei-me paranoico com doxx e deletei tudo que tinha online e, numa fase mais doentia minha, doxxei-o com base no pouco que lembrava dele e mandava mensagens pra ele com o seu nome real achando que era uma boa ideia. Sinto falta dele, mas já aceitei que não irei revê-lo, embora gostaria que ele me revesse agora, que estou num período mais saudável da minha vida e depois de superar todo o drama pelo qual ele me aguentou entre 2018 e 2019. No final do ano passado eu decidi mudar pra valer, e funcionou, eu sinto que sou uma pessoa muito melhor e que já superei a maioria de qualquer conflito passado pelo qual eu já passei e comecei a estudar por conta própria.
Este é, inclusive, o motivo pelo qual eu resolvi começar esse desabafo, mas ele acabou se transformando num resumo da minha vida, mas tudo bem. Minha escola é pública e ruim até para padrões de escola pública, mesmo assim, nunca tive dificuldades para passar de ano sem estudar. Estou estudando só agora o que deveria estar estudando ano passado ou até antes; eu não aprendi o Teorema de Pitágoras na escola antes desse ano, EU ESTOU NO SEGUNDO ANO DO ENSINO MÉDIO. Minhas professoras precisam pulam diversos assuntos por falta de interesse dos alunos e da administração da escola, alguns alunos, muitas vezes, saem das aulas pra cortar grama pra escola. Minha professora de biologia e química sempre me incentivou com os estudos e me auxiliou quando eu tenho dúvidas, mas minha professora de matemática não, ela eu não consigo perdoar baseado somente nisso que eu citei acima. Ela nunca respondeu uma dúvida que eu tive fora da escola, passa conteúdo atrasadíssimo para os alunos, é uma péssima professora em geral, se é que posso chamá-la assim. Ano passado, inclusive, ficamos o ANO LETIVO INTEIRO estudando funções de primeiro e segundo grau; eu lembro que mesmo ela tentando explicar o assunto (e pulando muita coisa importante como demonstrações de fórmulas) eu só observava-a sem entender porra nenhuma, mesmo assim conseguia um desempenho excelente nas provas de algum jeito. Além disso, moro no campo e eu sou o herdeiro da propriedade e tenho o papel social de seguir como fazendeiro na propriedade da minha família, diferente da carreira que desejo seguir. Meus pais inclusive não gostam muito da ideia de que eu saia de casa para estudar, meu pai até me apoia, relutante, porque passou pelo mesmo quando criança, mas cedeu à vontade do pai e deixou de seguir seus sonhos, enquanto minha mãe é abertamente contra e até zomba de mim, usando meu irmão que saiu de casa e não está exatamente sendo bem-sucedido como exemplo.
E isso me leva a diversos e se? Eu olho pro passado e pro presente e chego a conclusão de que eu tenho mais facilidade com os estudos do que a pessoa média. Eu comecei a estudar sozinho e estou progredindo num ritmo muito mais rápido do que eu esperava progredir. Sem querer parecer um babaca, eu não acho que sou um Albert Einstein da vida, mas acredito que eu sou no mínimo notavelmente inteligente. E se eu nunca tivesse sofrido bullying quando criança e me afastado dos estudos por 7 anos? E se eu nunca tivesse tido as diversas brigas com meu irmão e pudesse possivelmente começar a estudar o que eu gostava ainda quando pequeno? E se eu tivesse pais que apoiassem meus estudos sempre? E se eu estudasse numa escola que realmente me preparasse para a vida e em ensinasse de verdade? E se eu tivesse tido todas as oportunidades que tanta gente por aí que detesta os estudos têm?
Caramba, cara. Eu acredito que eu poderia ter sido muito mais, eu poderia ter ido tão longe, quem sabe onde eu poderia chegar se eu não tivesse tido uma infância merda e educação pior ainda? Eu estou estudando todo santo dia religiosamente para tentar compensar o que eu perdi graças à incrível combinação de desgraça que possivelmente arruinou minha vida acadêmica irreparavelmente.
Enfim, esse foi meu desabafo de 9500 caracteres que passei uma hora e meia escrevendo, eu sinceramente duvido que alguém vá ler isso tudo, mas eu precisava escrever isso, obrigado.
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2020.07.09 14:43 zer0cu A casada da internet. Versão talarico com culpa

A gente estava em um chat de internet e jah tinha bastante ksal ali flertando no aberto. Ateh q apareceu uma menina e começamos a conversar ali no meio de tds sobre os tedios da vida
O assunto geral passou p/ posições sexuais mas td dentro de textos padrões p/ evitar kicks na sala do chat. E essa pessoa falou q achava q na posição cachorrinho era melhor
Eu fui na DM e sem pretensão disse q tb achava. Falei q parece q o pau foi feito p/ encaixar dessa forma e com o adicional do saco ficar batendo no grelinho. Ela escreveu um paaaaaaaaaaaaara. Eu pedi desculpas pq soh falei a teoria ali pq no grupo era proibido. Ela respondeu q n era por isso
Ela contou q passava o dia td na academia soh p/ se cansar pq o marido a noite dava uma bombada papai e mamãe e dormia entaum como estava cansada dormia tbm. Qnd n fazia academia ficava a noite td com vontade de transar e jah fazia tempo q n era pega de 4
Conversamos mais umas gracinhas e disse q ia dormir pq n podia resolver o problema dela pela distância grande q estávamos mas q seria muito bem comida se ela quiser ir numa convenção q eu ia em SP. Depois disso a gente n se falou mais. Ficou apenas recados normais de um para o outro sempre offline
Qnd chegou a semana da convenção enviei 1 msg soh com o nome do hotel no centro de SP e perguntei se ia encarar. N tive resposta. Cheguei na sexta e me instalei no hotel. No sábado pela manhã recebi uma ligação no quarto e era ela. Queria saber se eu era de verdade. Respondi q sim e q tava naquele momento punhetando a imaginação do nosso fim de semana. Pediu p/ eu gozar imaginando ela de quatro. Atendi o pedido e desligamos. Meio dia retornei para o hotel e tinha um recado que o voo do RJ saia 1 da tarde. N voltei para a convenção
Umas 3 Horas da tarde a recepção me ligou q minha 'supervisora' havia chegado. Desci para atender. Meu Deus q mulher estonteante. Fiquei pasmo c/ sua beleza e gostosura. Ela falou q fazia academia mas eu achava q era hobby e n p/ ser paniquete. No corredor do elevador a gente já começou a se beijar e encaixar. Dentro do elevador eu peguei ela por trás, enfiei uma mão na xoxota e a outra apertava o peito enquanto mordia seu pescoço e esmagava ela na parede
Entramos no quarto nos beijando e eu já fui direcionando p/ a cama. Deitei ela de bruços com os joelhinhos p/ fora da cama, tirei sua calça, meti e gozei mt rápido nas suas costas. Quase uma ejaculação precoce mesmo c/ a punheta
Fomos p/ o banho e comecei a comer ela em pé e decidimos por camisinha. Saímos do banho, colocamos camisinha e eu deitei ela p/ chupar aquela buceta. E ateh a buceta era linda, lisa, lábios bem pequeninos escondidos dentro daquela racha, grelinho saliente pedindo minha língua. Comi ela no papai e mamãe. No bate estaca forte a camisinha rasgou e ela mandou tirar. Gozei dentro e gozamos juntos
Ela queria tomar outro banho. Eu falei q ela n veio p/ fazer papai e mamãe e tomar banho. Isso ela faria em casa. Ela achou q gozar juntos jah era uma diferença. Comecei a comer ela em pé, peguei ela no colo e comi assim. Sentei na cama para gozar sem cair
Ela deitou de novo e limpou a xoxota com o lençol eu jah fui metendo de ladinho. Estava apertadinha e seca. Rimos disso e ela falou q perdeu a virgindade c/ marido e estava perdendo de novo. Gozamos juntos de ladinho
Fomos tomar banho e dessa vez ela n escapou, comi ela curvada no banheiro segurando pelo cabelo. N gozamos juntos pq ela gozou bem antes
Fomos p/ a cama e gozei com ela de frango assado bem lá no fundo do seu útero. Coloquei ela de 4 para comer aquele cu rosado mas ela achou melhor q n pq n era acostumada. Não insisti e comi ela de 4. Ela avisou q podia gozar na portinha do cu. Tive q fazer um esforço enorme p/ n enfiar o pau todo lá dentro. Gozei com punheta na porta do cu
Ela precisava ir. O avião saia 9 da noite e tinha chekin 2 horas antes. Ela ia criar a história do pq veio a SP fazer compras e n comprou nd. Fiquei me lamentando q n ganhei nem uma chupada e se tivesse mais tempo comeria aquele cu. Ela disse q na próxima
Ela foi embora. Um mês depois ela veio p/ minha cidade pq descobriu onde eu trabalhava e morava. N me senti bem com essa investigada na minha vida e n fui me encontrar c/ ela. Cortamos relações mesmo c/ ela chorando muito no telefone
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2020.06.15 09:22 amandasawan Eu amo Larry

suposições Larry stylinson
primeiramente o site do Harry de colocar os nomes, eu botei Larry e veio: "you're the end of june, tpwk"
Fine Line e Walls, feitos um pro outro? os dois álbuns, dos cantores Harry styles e Louis Tomlinson saíram perto um do outro, E agora eu vou dar algumas evidências q fine line é sobre Louis e walls sobre Harry.
em Golden, Harry fala o seguinte: "I'm hopeless, golden so wait for me in the sky" "golden, golden, he is broken I know you're scared cause I'm so open" o que eu vejo como o Louis tendo medo de se abrir sobre sua sexualidade e tendo que viver oprimido por fingir ser hetero, E que o único lugar que ele não vai precisar fingir é o paraíso, onde eles vão ficar juntos.
em Watermelon Sugar Harry fala: "Tastes like strawberry" e Louis usava pasta dental de morango, mas continuando, "baby, you're the end of june" como eu falei la em cima, dia 28, dia dos gays, Larry, blábláblá, não vou pisar nesse tópico de novo
vamos pra Adore You: "walk in your rainbow paradise" de novo, sexualidade, eu acho "strawberry lipstick state of mind" Louis e sua pasta de morango "you don't have to say you love me you don't have to say nothing lately you've been on my mind" a reunião de 1D tá chegando, além de esse ser o pride month e todos eles estarem em londres já faz um tempo. sinto uma aproximação
partiremos então para Lights Up: "I could but wouldn't stay" o Simon ameaçava acabar com A banda se visse eles dois juntos, então acho que é isso " it'd be so sweet if things just stayed the same" eles se abraçavam e mostravam o afeto que tinham um pelo outro livremente, acho que é isso. Louis chorou quando anunciaram haylor (q eu acho q foi marketing pq Harry e Taylor não tem nada a ver) e Harry chorou quando Louis falou que ia ser pai. "lights up and they'll know who you are" acho q é falando pro nosso tommo sair do armário. "Shine, I'm not ever coming back" eles sexualizavam mto o Harry pq ele era o menino que todas as meninas tinham crush na 1D, E ele agora pode ser quem é, outra gravadora que não controla ele desse jeito.
e vamos pra Cherry: "don't you call him baby" sla, me deu uma vibe de algum ciúmes batendo, falando pra não chamar ele de amor. "we're not talking lately" ele perdeu bastante contato com todo mundo, acho q o Harry virou meio hippie, quase não usa i celular e tal. "I noticed that there's a piece of you in how I dress" o Harry tá sempre de roupas coloridas e extravagantes, além de derrotaram os padrões de masculinidade da sociedade. Acho q o Louis queria poder ser assim publicamente. "I just miss your accent and your friends" o niall extravagante que provavelmente fez toda a 1D acontecer de vdd tem um sotaque, além de os amigos deles serem os meninos da banda, o que inclui nosso lindo Loulou.
agora vamos pra Falling,uma das minhas preferidas: "I'm I'm my bed, and you're not here" eles dividiam um apartamento, não duvido nada q eles acabavam cuddling juntos. "I'm falling again" eu acho q ele e Tommo voltaram a se falar e ele se apaixonou de novo, É isso. "you said you cared and you missed me too" vamos ver isso no walls, álbum do Louis, ele fala isso bem na cara. Eu amo meu Larry. "and I'm well aware I write too many songs about you" todo mundo vê q eles escrevem músicas um pro outro o tempo inteirinho "and the coffee's out at beachwood cafe" beachwood cafe é um café na cidade natal de Louis, além de ele ter uma tatuagem que parece ser igual o papel de parede do lugar. "and I get the feeling that you'll never need me again" ele vê o homem da vida dele casar e ter filho, obviamente ia ficar despedaçado. Quem não ia se achar não necessário numa situação dessas? a próxima é To Be So Lonely: "dont blame me for falling, I was just a little boy" o Harry conheceu os meninos sendo o mais novo, com 16 aninhos, um bebê. Acho q é isso. "I know that you tryna be friends" acho que mais que isso, Harry. "cause I miss the shape of your lips" todo mundo sabe que os lábios do nosso bebê Louis Tomlinson são icônicos, não da pra negar. ele sente saudade dos beijos Larry.
She: "just sailing away, without telling his mates" quem vai me falar que isso não é sobre o Zayn? Ah, além disso, eu acho q a música é sobre a Eleanor, pelo visto ex do Louis já que nada foi confirmado, pq ele fala duma tal assistente pegando café pra ele na hora 1:32. antes deles se oficializarem, Eleanor era confundida como assistente de Louis por estar sempre pegando café pra ele, E 1:32 é a linha do princess Park, o lugar que Harry e Louis moravam juntos.
a próxima é Sunflower Vol. 6: "I've been trying hard not to talk to you" Louis indo atrás do Harry, interessante. "I couldn't want you anymore, kiss in the kitchen like it's a dance floor" tem vários vídeos deles na cozinha do princess Park, eles amavam aquele lugar, E Harry expressa seu desejo por Louis de volta.
Canyon Moon: "I'll be gone too long from you" 5 anos sem alguma interação de verdade, né amores? "all through Paris, all thorough Rome" numa entrevista o entrevistador perguntou: qual seria o lugar mais romântico pra um encontro? Harry respondeu Roma e Louis respondeu Paris. "I heard Jenny saying" Louis em algum vídeo brincou sobre se chamar Jennifer. "doors yellow broken blue" no beachwood cafe perto da casa do Louis a porta éazul e amarela.
Fine Line: "we'll be fine line, we'll be alright" eu tenho certeza q ele tá falando q a relação deles e do Louis algum dia vai melhorar ao ponto de todo mundo poder saber. essa foi a única coisa q achei nessa música, mas vamos pra próxima.
Treat People With Kindness: não tem nada não, É só uma vibe mesmo
ÁLBUM DO LOUIS, WALLS
Kill my Mind: "you kill my mind, raise my body back to life" então o Harry faz ele se sentir vivo, Hmmm senhor Tomlinson. "on a mission to feel like when you kissed me for the last time, why?" querendo replay de beijo Larry, todos queremos, vai em frente.
Don't let it Break your Heart: "on our way to 27" O HARRY Q VAI FAZER 27 AAAAA. "I now you left a part of you on new York, in that box under the bed " Como todo mundo sabe o Harry voltou chorando de NY "when you love someone and they let you go" indireta pq o simon não deixava o Harry perto do Louis, coitados, o nosso Hazza teve q deixar o Boo Bear ir. "whatever tear you apart" nem precisa explicar essa.
Two of Us: "it's been a minute since I called you, just to hear the answerphone " ELE LIGOU PRO HARRY MESMO SABENDO Q ELE NAO IA PODER ANYENDER, Q FOFO. "the day they took you, I wish they took me instead" levaram o Harry pra algum lugar, provavelmente NY pq ele sempre voltava chorando. que ótimo. essa música é mais sobre a mãe e irmã dele então não vou forçar a barra
We made It, uma q me faz chorar: "met you at the doorstep" oops e hi, É isso. "share a single bed and tell each other what we dreamed about" EU SEI Q ELE E O HARRY DORMIAM JUNTOS NO PRINCESS PARK. "we were only kids tryna work it out" 16 e 19 as idades dos meus nenéns em 2010. assim, não tem mta coisa nessa música pq é sobre subir na carreira, mas essas duas dão na cara
Too Young: "I've been looking back a lot lately" ele quer o Harry de volta, eu vejo isso, eles tinham ciúmes um do outro e tal. "everything's feeling different now" ele não quer mais ficar com a Eleanor e não tá certo sobre isso, ele só quer o nosso perfeito Hazza de volta. "oh I can't believe i gave in to the pressure" ele confirmando q o simon fez eles se afastarem. "when they said a love like this would never last" ele só confirma q eles tão apaixonados e precisam um do outro, eu só quero meu Larry de volta. "I'm sorry that I hurt you darling" só piora, essa música foi frita pro Harry sem um pingo de dúvida. Eu sinto q eles tão de quarentena juntos. não vou falar exatamente mas tem uma hora q ele fala que eles tão sentados na cozinha tendo a conversa que ele queria ter tido antes. Eles definitivamente estão no mesmo lugar agora.
Walls: "I watched them fall down for you" isso é romântico ora cassete, eu ano o Louis e o jeitinho dele de se expressar, isso tem q ser pro Harry, já que fala sobre como a outra pessoa mudou 1o. "nothing makes you hurt like hurting who you love" assim q vc ea Eleanor começaram a namorar eu senti meu Larry meio distante, com o filho então, o Harry até chorou, eu entendo esse verso sobre ele nunca querer fazer isso pra machucar nosso babycake. é isso
Habit , uma das minhas favoritas: "i know that you Said that you'd give me another chance, but you and I knew the truth of it I'm advance" acho q ele fala q passou muito tempo e que talvez o Harry não queira mais nada com ele, o que eu duvido. "I'm missing you and your addictive heart" todo mundo conhece o Harry pelo coração imenso dele, então nem tenta disfarçar sweetcheeks. "you're the habit that I cant break, you re the feeling that I cant put down" vc, Louis Tomlinson é completamente apaixonado no Harry, a gente já entendeu. "you're the high I kneed right now" watermelon sugar high, bebês. depois ele fala q tava fingindo ser alguém q não era por causa da mídia e blábláblá, já tem vídeo dele gritando q é gay então fodase, essa parte a gente ama E EU ESPERO Q HAZZA ESTEJA OUVINDO ESSAS MUSICAS. "and it's been ages, different stages, come so far from princess park" o Louis e o Harry moravam juntos no princess Park. "I'll always need ya" ok, eu sou mto cadelinha desse casal.
ok, eu cansei pq tô há mais de 3 horas escrevendo isso, por enquanto é só.
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2020.06.06 23:28 marqlui O dia em q iludi um nice guy velado

Olá, Luba, editores, inexistente possível convidado e turma q está a ver! <3
Essa história é de quando eu tava no 9º ano (agora tô no pré vestibular). Naquela época, eu era apaixonada pelo meu melhor amigo Mattheus (que se assumiu gay, há alguns anos, mas, na época, ele passava o rodo nas garotas, pra "provar pra mãe q era hétero", com medo de ela o expulsar de casa.. ent eu achava q ele era hétero)
Enfim, ele era um pegador e eu uma romântica, ent fiquei na friendzone desde o sétimo ano até o começo do ensino médio. Cansada de ver ele ficar com todas as meninas da escola, menos eu, tentei me forçar a esquecê- lo com outros garotos, mas ngm tinha olhos pra mim..
Até q um dia, um grt q eu nunca tinha visto na vida me chamou no face: era um outro cara chamado Matheus (pois é KK), q dizia ter conhecido o meu melhor amg e q tinha uma foto de perfil q só permitia ver um pouco do rosto dele (de um ângulo BEM estratégico, isso é importante). Ele já chegou me elogiando mtt, me dizendo coisas fofas, como ngm tinha feito cmg até ent e eu (no ápice da minha fase de querer perder o BV) fiquei toda feliz!
1 semana dps, o adicionei no wpp e ficamos durante um mês inteiro conversando! Ele dizia coisas fofas, tinha assuntos legais.. parecia um sonho pra uma encalhada como eu, na época.
Só q eu n amava ele, ainda era o meu amg o dono do meu <3 (sim, eu era esse drama encarnado).. Ent eu ficava falando sobre esse cara o tempo td com o meu amg, a fim de tentar deixá-lo com ciúme, sem sucesso. (muito patético, eu sei).
N me interprete mal: eu realmente tava feliz por ser a paixão de um cara e tentei gostar dele, mas sabe quando o cérebro diz uma coisa e o coração outra? >:(
Enfim, na minha última tentativa de me forçar a me apaixonar por esse cara e "mostrar pro meu amg q eu n era de se jogar fora", eu o convidei para a festa junina da minha escola. (onde eu dançaria com meu melhor amg! link da dança no instagram: https://www.instagram.com/p/BWlbRAbFLN-/?utm_source=ig_web_copy_link )
Tava td feliz, pensando: "vou perder o BV, vou sair da friendzone, vou arranjar um namorado, UAU!" (SQNUNCA)
Me arrumei td e fui pra festa td ansiosa. Ele demorou um tempão p chegar ent achei q n ia.. Até q meu amg disse q o tinha visto. E LUBIXCO!, eu o vi de costas e já me arrependi: ele era MUITO MAIOR Q O MEU PAI, muito acima do peso, (isso n é problema, mas ele era um gigante se comparado à minha pessoa, na época) espinhento e nem um pouco vaidoso.. Mas oq me assutou msm foi a altura, eu chegava no peito dele (isso me deu medo, real)! Aí eu falei "n tenho escolha, o grt tá aq tadinho.. a aparência é o de menos, né?", aí ficamos conversando durante a festa td. Literalmente a festa td, o garoto era bem chiclete, n saía de perto de mim pra nd. Pior q ele só falava de avião, militarismo.. ou seja, era legal no virtual mas um chato na vida real, fiquei bem tristinha (pior q meus amgs fdp passavam por lá e riam da minha situação..)
Enfim, eu fiquei a festa inteira fugindo das tentativas dele me beijar (ele demonstrou ser um cara bem nd a ver cmg e sua aparência n ajudava mtt tmb) e, dps de 3 dias de confusão mental, eu disse para ele seguir com a vida dele e desejei boa sorte para ele encontrar alguém q o fizesse feliz e tal (eu nunca tinha dado um fora em ngm, ent tentei ser o mais gentil possível). E sabe o que ele falou?
"Tu tá de sacanagem com a minha cara, né? Vc sabia q eu gastei dinheiro para ir naquela festa de criança (ele tinha 16 e eu 14) e perdi um evento mtt importante para ir te ver, e agr vc me dispensa assim? Vcs mulheres são todas iguais: dispensam um homem só pq é gordo e n satisfaz seus padrões ridículos e dps ficam reclamando por ficarem solteiras! Vc n tem direito de fazer uma coisa dessas cmg, vc me iludiu, fdp!"
e eu: "me desculpa, cara, eu sei q cometi um erro mas n foi intencional, de verdade.. Eu estou te dispensando justamente pra vc n continuar esperando algo q n vou te dar e q vc possa encontrar isso com outra pessoa, entende?"
"não quero saber se foi sem querer ou n! vc se acha mtt a última bolacha do pacote n é? perdeu a chance de ficar com um cara legal, passar bem!"
Pior q eu tentei voltar a fazer amizade com ele e teve outra situação um pouco pior: ele falou td oq aconteceu pros amgs dele e eles me mandaram um áudio dizendo coisas do tipo: "esse cara queria comer sua bc#,sua fd# do kr#! Perdeu a oportunidade de ficar com um gostosão" (eu com 14 anos na época)
Ele n me defendeu e ainda começou a dizer q eu tinha merecido aquilo.
Hj em dia, ele tá até pior dq no passado, eu tô namorando há 1 ano e meio e minha amizade com o meu ex crush só melhorou com o tempo, até rimos sobre isso hj em dia <3! é isto, beijo, povo e pova! (e pro barbudo mais incrível do mundo, se ele ler minha história <3)
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2020.04.10 18:01 notPlancha Pornografia

Teoria vinda das vozes da minha cabeça : Pornografia. Querendo ou não todos nós já vimos pornô em determinados momentos de nossas vidas, propositalmente ou não, com menos frequência ou frequentemente (André), mas no final das contas a indústria pornô está presente em nossas vidas e na vida da maioria dos seres humanos, mas não como algo pequeno com efeitos mínimos, mas sim algo de proporções colossais que interferem diretamente e indiretamente na vida de todos, e no meu ponto de vista, está e sempre causou mais danos diretos e indiretos para todos nós. Vamos começar pelo início, não sou contra a indústria pornô e muito menos quero forçar com que isso termine, pois sou liberal e não me interesso em controlar a vida de outros e muito menos quero ser controlado por terceiros, por isso se quer dar a bundinha, dá para quem quiser, filmando ou não, não estou nem aí, mas como sou um ser humano falho e me importo com as pessoas, principalmente um pouco mais com as mulheres do que com os homens (- sou mais feminista do que as próprias feministas...), sendo assim, vamos analisar um pouco os efeitos negativos que a indústria pornô causa contra as mulheres em sí (-antes de continuar, quero deixar claro que qualquer mulher que apoia a indústria pornô está se diminuindo e objetificando perante aos meus olhos...), a própria essência do pornô é machista, ou seja : uma mulher que está vendendo o seu corpo (-objeto de compra/posse ) e o homem que está a comprar esse objeto (- ter posse sobre ela ), logo já podemos perceber a superioridade que é implementada intrinsecamente para o ser masculinos e a objetificação que é colocada na mulher. E não vamos ser falsos moralistas e hipócritas, a quantidade que homens consomem pornô é enormemente superior e sem comparação para com as mulheres e até mesmo na maior parte dos vídeos que as mulheres estão " dominando " os homens, é apenas um fetiche que o próprio homem possui e o seu objeto (- a mulher ) está apenas a cumprir com as suas ordens, logo é apenas um fetiche de feminização que é usada de maneira (-pejorativa) contra a própria mulher no pornô, porque o homem está sendo tratado e representado com uma mulher (-objeto). Bom, já dito isso, claro que podem pensar que vídeo pornô é apenas um vídeo de entretenimento para públicos alvos (- específicos ) e que não refletem na vida real, perdão, mas quem pensa assim está longe de estar certo, vamos novamente desde o início, já sabendo que o pornô objetifica a mulher sexualmente perante a compreensão e visão masculina, isso causa efeitos diretos no nosso comportamento humano/animal (- sim somos animais ), mas esses comportamentos eram claramente visíveis e desmoderados na década de 80/90 onde na maior parte dos países o teatro/cinema sexual era algo completamente " normal " para os padrões daquela sociedade, se via nas entradas e nos posters desses teatros/cinemas sexuais fotos de mulheres consideradas atraentes para a maior parte dos homens, ou seja, uma sistematização de padrão (- uma preferência específica de corpo ideal ), vale ressaltar que no marketing era uma mulher (- ou varias mulheres ) a tal mulher ideal que era apresentada e não um cara que era considerado gostoso e com um enorme pênis, outro ponto importante é que o pornô em sí, desde antigamente nunca foi sobre fazer a mulher gozar ou sentir prazer (- apenas em certos casos, mas já chego lá ), mas sim para fazer o homem gozar e sentir prazer, ou seja, o pornô tinha/tem como intenção agradar o seu público alvo, logo a maior parte das posições e intensidades era apenas para dar prazer e satisfações para os homens também quererem fazer isso com principalmente prostitutas, porque como já mencionado varias vezes, elas são o objeto que irá lhe fazer tudo o que desejas, apenas por dinheiro em troca (- que leva também a outro ponto que envolve o dinheiro, pois logo que o dinheiro comprava até " não prostitutas ", isso criou apenas uma guerra para ter mais e mais dinheiro para poder se aproveitar mais e mais dessa necessidade.., maass isso já seria mais um tema que provavelmente ninguém iria ligar, pois provavelmente ninguém vai ler isso a sério até o fim...) e as boas feministas estavam lá, porque elas sabiam os efeitos que isso causava e que seria prejudicial para as mulheres, um tempo onde as feministas sabiam o que era moral e quais problemas a indústria pornô causava contra a moralidade feminina, aliás elas lutavam até contra a própria relativização que hoje apoiam, pois as mesmas sabiam que se as mulheres fossem relativizadas aos olhos de uma sociedade machista/patriarcal, elas nunca receberiam respeito adequada por serem seres humanos, mas sim o contrário, seriam vistas apenas como objetos sexuais de compra, bons tempos em que as feministas não se importavam em sair com os peitos a mostra por " igualdade ", porque as mesmas saberiam os efeitos contrários que isso traria...., mas também é outro assunto, mas isso só demonstra como vivemos em uma sociedade doente que coloca os seus desejos carnais acima de qualquer coisa. Bom, desejos carnais, vamos falar dos homens agora, conseguimos tantas conquistas (- homens/mulheres ), mas se somos realmente animais racionais e se sentimentos são reais, por que caralhos os homens colocam e arriscam tudo que possuem apenas para sentir uma sensação boa em seus orgãos sexuais, mas vamos com calma, primeiramente aos pobres, sim, esses mesmos que trabalham em part time ou full time que pagam uma miséria por exaustivas horas de trabalho, por que gastam o seu merecido e honroso dinheiro com pessoas que simplesmente não contribuem para nada além de um vício continuo de masturbação em massa que mais afetas homens do que mulheres (- nem vou entrar no ponto do aproveitamento das mulheres perante isso, nem vale a pena ), assim horas e horas perdidas, apenas para pagar pack de nudes de randons " fofinhas " da internet para se satisfazer com isso (- só troxa mesmo e o pior que isso existe em uma abundância enorme...) ou para poucos momentos de sexo com prostitutas, pois provavelmente são precoces e possuem uma pequena pilinha e já que não querem ser julgados por suas inseguranças sexuais, que nessa sociedade que preza mais no tamanho de pila e tempo de sexo do que valores éticos e morais, pelo simples fato de sentimentos carnais ou em palavras simples, ser humano sendo animal. Também temos homens casado/namorados que colocam seu relacionamento, fortunas, filhos em risco, apenas para ter um ápice de prazer por uns 6 - 12 segundos, puta merda que raiva, btw mulher também fazem isso MAS EM QUANTIDADES INSIGINIFICATIVAS (- nem vou colocar o fato de certo tipo de mulheres que nem valem a pena serem mencionadas, estou falando de pessoas simplesmente normais ), tanto conhecimento, tanto trabalho, tanta dedicação, tanto esforço, tanto sofrimento e tanto de tudo apenas para ficar se masturbando/comendo mulheres e outros, apostando tudo em apenas um prazer que sente na porra do pau, que raiva dessa merda, um dos pilares principais dessa merda de de sociedade é sexo (- e dinheiro/status ), como que as pessoas simplesmente ignoram tudo que já conquistamos para apenas pensar em objetos e prazeres carnais. Aliás digo mais, nas escolas para vocês, porque é o local mais próximo que pode se presenciar isso praticamente todos os dias, desde o quinto ano e até mais para baixo até o décimo segundo e em diante, os meninos são mastubadores compulsivos, " bla bla menina tbm faz ", sim, claro, (- ainda mais por causa da sexualização infantíl e bla bla ), mas sobre as meninas, nem chega próximo se quer a quantidade de braços direitos musculosos (André ) que estão presentes nas salas de aula, pode ter certeza que até se a menina mais " feia " (- considerado pela sociedade ) fosse oferecer foda, a maioria iria simplesmente falar que sim sem pensar se quer em qualquer merda, apenas para enfiar o seu pinto em uma vagina repetidamente sem para e para chegar ao seu ápice por alguns segundos, a maior parte dos relacionamentos nas escolas é currículo de foda, os meninos se vangloriam-se pela quantidades de beijos e fodas e quanto mais popular e " bonita " menina (-gaja k ) é, mais glória eles acumulam e tudo isso é simplesmente pelo fato da sexualização precosse que a indústria pornô causa em todos.
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2020.01.14 02:06 bruh009 Só eu identifico padrões no Tinder?

Uso o tinder há mais ou menos 1 anos, "uso" entre aspas por que sinceramente, encheu o saco, só tem feminista de cabelo roxo.
Mas, percebi que o Tinder segue alguns padrões (pelo menos o meu, versão gratuita, acessando 1 vez por dia, pelo menos quando eu ainda usava), vou compartilhar aqui com vocês:
Situação B) Você da um match mas conversa pouco (ou as vezes nem conversa) e o match é desfeito logo em sequencia (tipico "curti sem querer"), o tinder joga o perfil de quem (não) desfez o match em um buraco negro, e vc só vai arrumar um match algumas semanas depois (no minimo). Nesse caso, se uma garota foi tapada o suficiente para não prestar atenção nem na hora de dar um like, e deu like sem querer e depois desfez o match com voce, VOCE é prejudicado (mesmo sem ter feito nada), por que o tinder entender que o problema é voce
Bom, a principio é isso, tudo baseado em observações mesmo. Só fico curioso pra saber se só acontece comigo
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2019.10.18 02:45 Rafaelkb Interface de carne (eu to traduzindo essa merda e é bem maneiro)

Nos experimentos da MKULTRA, a CIA dosou LSD em sujeitos sem seu conhecimento para ver como eles reagiriam. Oque ainda não veio a tona é que o MKULTRA era um projeto intra agência. A CIA criou novos departamentos e os fez ingerir doses regulares de LSD e outros psicoativos para ver como os departamentos iriam divergir e mudar comparado aos departamentos normais.
....
Inteiros projetos e hierarquias foram criadas com todos os involvidos inconscientemente sob influência de LSD. É assim que "cama portal de restrição " e "interfaces de carne" foram criadas. Por uma grandiosa hierarquia psico-mutada. A coisa toda tinha que ser eliminada, mas a tecnologia que ela criou foi revolucionária. O governo dos E.U.A. tentou pacificar o vietnam vila por vila usando o Programa Hamlet Estratégico, basicamente fechando vilas que tinham pouca ou nenhuma influência vietcong. Eles tentaram experimentos mais extremos onde eles isolaram as vilas ou grupos de vilas, não permitindo ninguém a entrar ou sair por períodos acima de quatro anos. Em algumas das vilas, pessoas simplesmente morreram de fome. Em outras, vilas mais auto-suficientes, as pessoas conseguiram passar raspando. Foi notado que em várias vilas em que essa técnica foi tentada, movimentos sociais messiânicos ou millenares começaram a se espalhar. Em 16 incidentes separados, vilas foram capazes de independentemente inventar "interfaces de carne" e "Portais não-eletricos", e foi suposto que essas vilas estavam sendo dosadas com LSD por longos períodos de tempo, e era sua mutação intelectual que permitia esses 'avanços'. As interfaces de carne foram eventualmente destruídas pelo exercito vietnamita do norte com um terrível custo de vidas. ... Estou surpreso que eles usaram submarinos nucleares nas Ilhas Malvinas, considerando a proximidade da batalha em relação a zona de incidente submersa ao redor do chamado portal Artigas. Oque eu entendi é que, o portal foi aberto por causa de experimentos na estação Antártica da CIA no começo dos anos 80, as ilhas Malvinas rapidamente se tornaram o centro de uma pesquisa sobre portais. Sendo submerso, o portal tinha uma enorme zona de incidentes, e segmentava baleias e os detritos sempre eram levados as margens das ilhas. Eles encontraram uma baleia que havia sido segmentada perfeitamente no meio por um disturbio na zona, fazendo um corte perfeito na criatura. Eles tambem encontraram centenas de criaturas "chitinous cruciform ", certamente não terrestres. De qualquer forma, se um submarino nuclear houvesse entrado na zona incidente , poderia ter sido desastroso, mas acho que eles consideraram o risco aceitável. ... Os soviéticos designaram grandes porções dos campos da Ucrânia como "populações de colheita". Basicamete, sua comida e água era dosada com LSD e eles alcançaram oque os Soviéticos chamam de "integração". Isto significa que a população local inventou interfaçes de carne de forma independente. O exercito soviético colocou a area sob quarentena e tentou remover as interfaces de carne para uso próprio. Geralmente sem sucesso e com grande perda de vidas.
Muitos soldados e cientistas foram segmentados, como acontecia na zona incidente. Então eles acabavam como pessoas faltando membros, cortados no meio, etc. O interessante é que pessoas podiam viver por até bastante tempo apesar da segmentação. Isso levou os soviéticos a acreditar que as partes que estavam faltando ainda existiam em algum lugar desconhecido. Uma das teorias é que estavam em algum lugar interdimensional. E eles erraram um pouco. ....
Dubai provavelmente tem o maior índice de incidentes com flutuações-livres não-interfaçe que qualquer outra area metropolitana do mundo. Em um incidente, um grande grupo de imigrantes trabalhadores foram segmentados em uma instalação subterrânea. Perfeita segmentação com cortes transversais pela parte frontal. Voce podia ver os pulmões funcionando, comida sendo digerida, sangue sendo bombeado dentro do coração, tudo. Eles sobreviveram quase 5 meses nesta condição. Absolutamente fascinante de se ver pessoalmente. Havia também um grupo escolar de crianças que foram levemente segmentadas, em algumas extremidades do corpo. Não há interfaces de carne conhecidas em Dubai. No entanto, é sugerido que a arquitetura é realmente baseada na geometria da interface e carrega um poder de potencial latente. As segmentações em massa continuam sendo um dos aspectos mais misteriosos das interfaces. Eles parecem mostrar que as interfaces se concentram na carne, fazendo juz ao seu nome. ... Basicamente, quando você olha as histórias do comportamento de Elizabeth Bathury, parece que ela está tentando construir uma interface de carne. Mas é conhecido que, para inventar uma interface de carne, deve-se estar sob a influência de LSD por longos períodos. Como o LSD não tinha sido inventado durante a vida de Elizabeth, provavelmente é apenas uma coincidênca. No entanto, é uma teoria tentadora. ... Obviamente, não consigo definir uma interface de carne em termos de propósito ou composição ou mecanismo. Só posso listar os vários fenômenos que estão relacionados a eles. O maior entre estes é a criação de uma zona de incidente em que os objetos são espontaneamente segmentados, quer dizer, partes dos objetos simplesmente desaparecem, mas os objetos continuam a se comportar como se as partes em falta ainda estão presentes.
Além disso, você vê túneis complexos criados na Terra. Estes foram chamados de "fazendas de formigas". Em interfaces submersas, você obtém organismos cruciformes citines. Estes organismos Sui Generis são pensados para ser o resultado em processos evolutivos que ocorreram em um ambiente diferente da terra. Esta é uma especulação, mas neste caso, eu concordo com ela. Então houve os cilindros metálicos gigantes que aparecem e sofrem segmentação espontânea contínua. Estes são geralmente com 10 metros de diâmetro no mínimo e podem ficar muito maiores, e só ocorrem em interfaces muito grandes, isto é, Portais. Além disso, os fenômenos são muito variados para mencionar, e diferentes para cada interface. ... Muitas pessoas pensam que um portal é simplesmente uma grande interface de carne. Isso é verdade. Um portal é uma grande interface de carne. Mas também é mais do que isso. Um portal é, como o nome implica, uma maneira de enviar objetos entre o local do portal e onde quer que as várias saídas estejam localizadas. (Isto é, as chamadas cidades alien irmãs) Os portais geralmente são, mas nem sempre, acompanhados pelos grandes cilindros metálicos flutuantes. O maior portal acima da água que eu conheço ocorreu na Nova Zemala e existiu por várias semanas antes de ser destruído pelos russos com a "Tsar bomba". Neste caso, os cilindros metálicos estavam há milhas de altura e cobertas de recursos raramente vistos em outros cilindros: luzes piscantes, nódulos e até coisas que chamavamos de antenas. Eles assumiram uma aparência muito artificial. Isto é, eles parecem ser construídos em tecnologia em vez de fenômenos que ocorrem naturalmente.
Os próprios cilindros são artefatos sendo enviados através dos portais? Ou eles são fenômenos criados pelas interfaces de carne da mesma forma que o gigante cogumelo de fumaça é criado por uma explosão nuclear? Isso não está claro. Eu queria poder mostrar fotos de vocês, cilindros Novaya Zemlya. Eles realmente eram lindos, levantando milhas no ar ártico, como grandes torres alienígenas, tingidos pela vastidão das distâncias envolvidas. Embora tenha sido certamente necessário destruí-los, e temos uma grande dívida para os esforços incansáveis dos sovieticos para destruir a interface, às vezes eu queria que ainda estivesse lá. Pelo menos então, haveria algo, alguma evidência. ... Em resposta ao que a CIA tinha "realizado" com sua estação antártica em Artigas, os soviéticos construíram uma estação maior em Novaya Zemlya no ártico. 30 mil prisioneiros e uma concentração de gás excepcionalmente pura criou uma interface de carne que passaram por todas as sete etapas em menos de treze minutos e se tornaram um portal completo. Dentro de um dia, os típicos cilindros metálicos flutuantes foram visíveis, e dentro de 3 dias estavam se estendendo milhas para o céu. Os soviéticos rapidamente perceberam que o portal estava crescendo fora de controle. Em instâncias anteriores, eles simplesmente teriam bombardeado o local do ar. Mas neste caso, os enormes cilindros e zona de incidente, se estendendo ate a borda do espaço, impossibilitava isso junto com ataques de mísseis. Havia também uma zona lateral de incidência excepcionalmente grande ao redor do portal, com segmentação ocorrendo a quilômetros de distância do local. Alarmado com o crescimento descontrolado da zona e o crescente túnel subterrâneo (também conhecido como "fazendas de formigas") os soviéticos trabalharam fervorosamente para construir uma bomba de hidrogênio de poder sem precedentes, que poderia ser detonada do lado de fora da zona de incidente e ainda derrubar o portal. A taxa constante de crescimento na zona de incidentes forneceu um prazo exato, que eles conseguiram cumprir com apenas duas horas de sobra. Um pouco mais tarde, a bomba não poderia ter sido colocada de modo a desmoronar a interface. Em suma, o mundo chegou em duas horas sendo submetido a uma interface de carne descontrolada e talvez ao fim da civilização como a conhecemos. Antes do colapso do portal, no entanto, os soviéticos haviam adquirido conhecimento em primeira mão de uma das chamadas cidades irmãs. Em outras palavras, alguém entrou no portal e voltou. ... Sempre achei o sonho de Lisa um bom ponto de partida ao tentar entender os efeitos psicológicos da "viagem". Lisa era uma menina de 9 anos enviada pela interface Groom Lake em 1975. A interface Groom Lake se conecta à chamada Cidade das Irmãs (tecnicamente, "locus persistente"), conhecida como "Os Templos Suspensos". Ela ficou lá por 5 dias no tempo normal, mas apenas 48 segundos além-do-tempo, uma discrepância acentuada. Ao retornar, ela não se lembrou de nada além de ficar sonolenta por um momento. Ela dormiu bem naquela noite e, pela manhã, contou um sonho aos médicos, antes de morrer mais tarde naquele dia. Uma transcrição direta do áudio de sua entrevista: " Era primavera e chovia o dia inteiro, mas a chuva parou logo antes do pôr do sol. Então, todas as nuvens estavam planas e o céu estava realmente laranja. E a grama estava toda molhada de chuva e havia vagalumes ao redor, e estavam lá em cima, lá no céu, e eram grandes. E eu e minha vó saímos para essas colinas, passando pela periferia da cidade, e embaixo das colinas havia pessoas dormindo. Não em cavernas. Eles estavam enterrados sob as colinas. As pessoas estavam dormindo, mas estavam se abraçando. Famílias, tipo mães e pais e crianças pequenas. Apenas embalados juntos, alguns milhares. As colinas foram explodidas como balões porque estavam cheias de pessoas. Como o estômago de uma mulher grávida. Minha avó me disse para me deitar, mas eu não queria. Ela deitou-se e foi sugada pelo chão. Eu ouvi a voz dela saindo do chão e me dizendo para entrar." ... Seria fácil dizer que os soviéticos descobriram o segredo de sobreviver a "viagem" porque eles eram mais implacáveis, mais dispostos a sacrificar vidas inocentes. Mas não havia realmente falta de implacência por parte da CIA. Foi realmente apenas uma questão de abordagem. Os soviéticos se aproximaram do mistério das interfaces de carne da mesma maneira que se aproximaram do seu programa espacial. Os primeiros seres humanos no espaço (os chamados "cosmonautas perdidos" que nunca foram oficialmente reconhecidos) eram apenas pessoas comuns, escolhidos dos gulags, sem mais controle sobre suas missões do que a cadela Laika. Os americanos, por outro lado, começaram com homens profissionais, geralmente das forças armadas. Da mesma forma, quando foi descoberto que objetos e até animais que entravam na interface da carne ocasionalmente voltavam ilesos, os americanos começaram a treinar homens para entrar nas interfaces. Porque eles selecionavam seus homens de certas fileiras militares, tinham idades semelhantes. Os soviéticos, no entanto, usavam prisioneiros, que tinham uma faixa etária muito mais ampla, e assim conseguiram descobrir a correlação essencial: quanto mais jovem uma pessoa, maior a probabilidade de sobreviver a "viajem", e maior o tempo que eles sobreviveriam após a viagem. Eles descobriram que pessoas com uns 20-e-alguma-coisa eram muito mais prováveis de sobreviver (embora em um estado horrivelmente alterado ") do que pessoas mais velhas. Eles descobriram que as pessoas nos seus vinte e poucos anos se saíam melhores do que aqueles com mais de vinte. Os adolescentes se saíam ainda melhores. Então, apesar de toda a computação moral, era realmente uma questão de tempo antes de enviar uma criança. E foi apenas depois que a primeira rodada de crianças que eles tiveram uma pequena idéia do que estava no "outro lado". ... Até encontrarmos a vila, suspeitávamos que os detectores fossem apenas acessórios. Ninguém acreditou que iria ser assustador. Apenas brinquedos dados pelos caras da CIA para nos tranquilizar. 3 dias através da selva, e esses detectores não detectaram uma maldita coisa. Mas antes mesmo de vermos a primeira cabana, as agulhas em todos os detectores começaram a se mover em uníssono. Se eles fossem brinquedos falsificados, seria um efeito especial legal. As agulhas balançaram para frente e para trás e todas as pequenas caixas de metal deixaram esse assustador ooaaoaaaaooo som em uníssono, como um coral escolar. Bem estranho. Nós desligamos eles. Como instruído, tratamos todas as vietnamitas como combatentes, e matamos todos eles. Embora não houvesse nenhuma resistência. Alguns tinham armas, mas a maioria estava desarmada. Nenhum lutou de volta. Eles nem sequer correram. Eles estavam apenas sentados ao redor, descansando embaixo do sol, e nós atiravamos neles onde os encontrávamos. Trabalho sombrio. E muito estranho. Isso provavelmente nos assustou mais do que os detectores. Era como se estivessem esperando para morrer. Depois de limpar a aldeia, não sabíamos o que fazer. Então, ligamos um dos detectores e andamos por aí para ver o que que estava rolando. O detector começou a ficar louco em torno de uma das maiores cabanas no meio da aldeia. Nós já tínhamos limpado ela, mas nós entramos novamente. Havia um grande altar no interior, com velas e budas e placas de ouro com letras e merdas. Achamos que talvez uma das estátuas de Buda estivesse acionando os detectores, mas não. A cabana estava muito quente e abafada. Mesmo para os padrões incrivelmente úmidos do Vietnã, era incrivelmente, incrivelmente úmido lá. Até as estátuas de Buda estavam suando. Seus rostos estavam literalmente revestidos com gotas de umidade. Todo mundo percebeu que havia algo estranho no ar. Havia algo de errado com a pressão. Então jogamos tudo. Pegamos toda a merda e jogamos fora da cabana. É claro que, quando pegamos a grande plataforma que segurava o altar, havia algo debaixo. Era um poço feito de carne. Talvez um metro e meio de diametro e descendo cerca de cinco metros antes de fazer uma curva e sair de vista. Quando eu digo, "feita de carne", quero dizer, parecia o interior da garganta de alguém. Molhado, avermelhado meio carne. Nós já ouvimos falar que eles estavam construindo túneis, mas isso era ... Nós realmente não conseguimos entender o que estávamos olhando. Estava respirando. A carne brilhante ondulava e este ar quente saiu, e sentia e cheirava como alguém respirando diretamente no rosto. O suficiente para te deixar enjoado. Eles nos disseram que "Nós saberíamos quando vessemos". Bem, nós vimos, e nós sabíamos. Nós passamos as coordenadas por radio e corremos pra cacete. ...
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2019.09.16 21:45 petitpapillonbebe O que vestir no dia do batizado

O batismo é um momento muito importante para toda a família e muitas mamães nos procuram com muitas dúvidas sobre o que vestir no bebê e nela mesmo no dia da cerimônia.
Nos dias de hoje, escolher a roupa de batizado, já não é tão difícil, pois os padrões e conceitos do passado já foram quebrados. O importante é ter bom senso e escolher o look mais apropriado para a estação do ano.
Em épocas mais antigas era tradição usar no bebê uma vestimenta chamada Mandrião e tem algumas famílias que seguem esse rito até hoje. Muitos escolhem essa vestimenta pela tradição de usar a mesma roupa em todos os bebês da família. No dia do batizado, o nome daquele bebê é bordado no forro do Mandrião juntamente com outros nomes que usaram aquela mesma roupa.
Mamães mais modernas optam por um lindo vestido para as meninas e um conjuntinho de camisa e short/calça para os meninos acompanhados de acessórios como gravatinhas borboleta, coletes e suspensórios. Sempre lembrando que o bebê precisa estar confortável na roupinha.
Até o look total em branco já tem sido deixado de lado por algumas mães, mas ainda predomina na escolha da roupinha em grande parte das famílias e em paróquias que exigem o branco para esse tipo de cerimônia.
Uma dica é sempre escolher um casaquinho ou bolerinho branco para acompanhar o traje, pois no período da manhã costuma ventar um pouco em determinadas regiões do país.
Saiba mais no artigo https://www.petitpapillon.com.bblog/o-que-vestir-no-batizado
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2019.07.24 17:17 Balinoiss Gostaria muito de discutir a questão trans mas tenho medo de ser tirada de transfóbica.

Meu nome é Luiza, sou estudante de arte, 25 anos e tenho muito medo de puxar qualquer discussão sobre esse assunto e perder amigos e ser taxada de transfóbica simplesmente por querer debater o assunto para tentar entender melhor. Convivo em um meio em que muitas pessoas se identificam de diversas formas, mas pouquíssimas ou nenhuma se propõe a debater essas questões de forma racional, sem levar pro lado pessoal ou achar que por eu não concordar 100% eu estou "matando pessoas trans".
Vou tentar fazer um resumo de como essa questão se desenvolveu em mim. Alguns anos atras eu estava viajando com uma das minhas melhores amigas desde a infância que é lésbica. Estávamos em um restaurante com a familia dela e em algum momento do jantar a irmã dela falou algo sobre "homens com roupa de mulher" se referindo a pessoas trans. Eu - que sempre fui declaradamente uma defensora das diferenças - na hora chamei a atenção dela sobre estar sendo transfóbica e já taxei ela ali mesmo. Logo depois fomos ao banheiro eu e minha amiga e eu comecei a falar com ela sobre a irmã estar sendo transfóbica e como isso era ruim e perigoso. Na hora, minha amiga olhou pra mim e disse "Mas Luiza, o que é ser mulher? É usar rosa? É ser delicada e maquiada? É usar calcinha?" E eu fiquei com cara de tacho. Ali eu percebi que mesmo sendo mulher a 22 anos, nunca tinha me questionado sobre o que é a condição mulher e nem sobre o que fazia com que uma mulher fosse uma mulher. Em outras conversas ela me contou sobre a ex, que é uma mulher que não se encaixa nos padrões de gênero e por causa disso (por usar roupas consideradas "masculinas" pela sociedade) ficava ouvindo de várias pessoas no meio LGBTTQAI+ que ela era trans. A ex dela nunca aceitou isso e se afirma como uma mulher que pode se expressar como bem entende pois não acredita em "coisa de menino/coisa de menina"
Desde muito pequena (a primeira memória é dos meus 4 anos) eu sempre fui chamada de "Maria João", "mulher-macho", "sapatão" e todos os derivados disso por não seguir a risca a cartilha "feminina" e ser um pouco mais moleca. Eu simplesmente não me sentia bem com toda aquela pressão sexual nem com essa frufruzagem florida e cor de rosa que era empurrada goela abaixo das meninas pra no final tudo ser avaliado na competição de quem é mais bonita (desejável) do que a outra. Passei a vida inteira tendo que ouvir das pessoas que elas tinham certeza de que eu era lésbica pelo meu jeito de ser e de vestir, e sempre tive que explicar que nada disso fazia sentido, pois também não acredito na "cartilha da feminilidade"
O tempo passou e eu mantive essa questão sem muito desenvolvimento dentro de mim, até que comecei a andar com muitas pessoas que se identificam como "mulheres trans", e mesmo que na hora eu não percebesse, me incomodava aquela reprodução dos estereótipos do que é "ser mulher" por parte daquelas pessoas. Sempre extremamente sexualizadas, sempre reproduzindo padrões de roupas, de fala, de "interesses", até que eu comecei a pesquisar na internet canais de youtube de pessoas que falavam sobre o assunto pra tentar entender como essas pessoas definiam o que as fizeram se enxergar como mulheres, já que eu mesma nunca tinha conseguido definir o que era ser mulher pra mim (descartando a definição biológica). Percebi que em TODOS os casos que eu tive acesso eram sempre as mesmas questões: "eu via minhas primas brincando de boneca e com cabelos longos e queria isso também", "eu queria usar vestidos e chorava pedindo brinquedos como os da minha irmã", "eu sempre amei usar maquiagem e detestava esportes". Vi até gente que dizia que "simplesmente sentia-se como uma mulher" sem saber explicar como era isso, e eu, que nunca percebi nada dentro de mim que me fizesse "sentir que era uma mulher" passei a perceber como isso era complicado. Tudo que eu passei na vida em questão de sofrer com o machismo, ou de ser discriminada por não ser feminina o suficiente era em decorrência de ter nascido com uma xoxota. Essa xoxota me fez ser exigida ser sempre linda, ser recatada e "do lar", ser vista como menos capaz, tudo isso vem de brinde com uma xota, então como uma pessoa que nunca passou por isso pode dizer que "se sente uma mulher" só porque gosta do estereótipo feminino? Mulher é uma minoria social, por isso é muito complicado quando alguém quer entrar nesse grupo sem vivência nenhuma alegando simplesmente "se sentir parte". Costumo fazer um paralelo com a questão negra: Negros são uma minoria social, você pode se identificar com estereótipos negros, com a estética das culturas ligadas ao povo negro, mas NUNCA uma pessoa branca vai poder dizer que "se sente negro" e que por isso É negro, porque essa pessoa não tem a VIVENCIA do que é ser negro.
Entendo que uma pessoa que não se adequa ao gênero que foi designado ao nascer seja também uma minoria e que tenha uma vivência completamente diferente de quem é "cis", mas isso não faz com que a pessoa saiba como é a vivência do outro. Um menino que quer usar maquiagem não tem a mesma vivência de uma menina que se não usa maquiagem é tida como desleixada e feia. Mulheres trans pedem pelo direito de fazer coisas que aprisionam mulheres a séculos, coisas das quais as mulheres querem se libertar. Enquanto vejo videos no youtube de mulheres trans dizendo que lutaram pelo direito de saírem maquiadas na rua, vejo amigas que choram e não conseguem ter relacionamentos íntimos por medo de que as pessoas as vejam sem maquiagem e as achem feias. São pautas diferentes, não são a mesma coisa, e dizer que são não é vantagem pra ninguém pois atrapalha na identificação e nomeação de tais problemas para ambos os lados.
As páginas que disseminam conteúdo transativista têm muitas contradições, por exemplo: Cartilhas para "identificar sinais de que seu filho é trans" contém pontos como "perceber se a criança tem interesse por brinquedos e roupas designadas para o outro gênero" - mas ué... então eles acreditam em coisas para menino e coisas para meninas??? Isso não é exatamente reforçar os estereótipos de gênero? O órgão sexual define como a pessoa pode se expressar? Uma pessoa que não se adequa a esses estereótipos precisa então ser tratada com hormônios e fazer uma cirurgia para que seu corpo se adeque a esses estereótipos? Detestar o próprio corpo? Se o menino é "feminino" e a menina é "moleca" então isso é sinal de que ela "nasceu no corpo errado"?? Errado não é dizer pra essas crianças que elas precisam se encaixar nisso? Não é muito mais desafiador das estruturas patriarcais um homem que se afirma como homem e diz que homem pode usar o que quiser e continua sendo homem? Dizer que tem que ser mulher para gostar de coisas "femininas" não é exatamente anti diversidade?
Eu acredito que o Gênero é uma cartilha de regras que te entregam assim que você nasce pra te dizer que como a sociedade capitalista quer que você se comporte para que as estruturas se perpetuem, portanto precisamos questionar isso, mostrar que cada pessoa se expressa a sua própria maneira, e que ninguém deveria ter que se encaixar em caixinhas de comportamento.
Esses dias eu vi uma frase que achei muito explicativa, e pela qual uma professora americana foi rechaçada nessa última semana : Ser mulher não é ter uma "personalidade feminina" e qualquer corpo, mas sim ter qualquer personalidade e um corpo feminino. Essa frase pode ser usada para "ser homem" também.
Apesar dessa confusão eu sempre respeito os pronomes e nomeclaturas, e na verdade eu nem mesmo expresso nada desses questionamentos e acima de tudo trato a todos com muito respeito. Acredito que a única forma de chegarmos todos num consenso é conversar e debater, mas esse assunto mexe muito com traumas e com rejeição, então fica difícil que as pessoas consigam conversar sobre sem se sentirem atingidas pessoalmente e portanto o debate fica praticamente inviabilizado. É muito triste isso, e tem consequências sérias na vida de muita gente, pois mulheres são caladas, invisibilizadas, crianças são confundidas e encaixadas mais ainda nas caixinhas e ninguém pode falar nada pois se não é visto como transfóbico causador de mortes. Mesmo questionando a questão eu sempre vou ser partidária do respeito e anti qualquer tipo de violência.
Minha questão não é que as pessoas parem de se expressar como querem, mas que possam se expressar sem que isso faça com que a pessoa precise tomar remédios pro resto da vida, passar a negar e odiar o próprio corpo e principalmente que a questão das mulheres serem oprimidas principalmente pelo fato de serem geradoras de novos seres humanos e por isso precisarem ter sua sexualidade e subjetividade controladas não seja apagada pelo discurso de que "existem mulheres de pinto", pois a única coisa que TODAS as mulheres tem em comum é serem controladas por possuírem xoxota, e nada mais. Não é cor de rosa, não é calcinha, não é maquiagem nem unha grande.
Espero não ter ofendido ninguém com essa postagem, eu só precisei mesmo colocar isso pra fora porque vi uma postagem de um amigo trans dizendo que ia "desenhar pra quem não entendeu" e seguia uma série de imagens na qual a primeira dizia que uma drag queen era um homem que se expressava artisticamente com "signos de mulheres" com a foto da Pablo Vittar ( de maiô, cabelo de baby liss loiro e maquiagem ) e na hora veio um "CARALHOOOW ENTAO Q PORRA É SER MULHER???" na cabeça. Enfim, esse foi o desabafo, se alguém quiser debater ( com respeito) eu vou ficar muito feliz, porque de forma alguma tenho a pretensão de dizer que minha visão é a correta e pronto, estou muito aberta a mudar de opinião, mas pra isso é preciso um debate que seja coerente e baseado em fatos.
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2019.07.19 06:26 taish Dez coisas que eu aprendi nesses 1295 dias de transição [e um recado]

E se pudesse voltar no tempo, diria pra mim mesma, na noite em que decidi transicionar, louca pra sobreviver, no mínimo
(E aquela versão minha não acreditaria de jeito nenhum, a cabeçuda, porque demora pra enxergar mais que um palmo à frente no meio de tanto frio na barriga)
 
 
Bonus track, bottom line, tl;dr: vai e confia, gata. Vai mesmo sem confiar, segue cambaleante, vai ainda que fracassando temporariamente, sofre se for pra sofrer pra poder passar por isso e aprender e sair dessa melhor, aprende aos tropeços, acerta e erra, dá cabeçada mesmo, que esse é o jeito. É assim pra todo mundo. Não precisa ser perfeita, porque nem as perfeitas são perfeitas — e mesmo que fossem, não seriam perfeitas. Só acredita, e quando não der pra acreditar, deita e abraça no bicho de pelúcia e chora, porque te cabe, porque tu contém todos os tempos do mundo, todas as idades: bebê, criança, adolescente, jovem e velha; dorme que vem um novo dia, que é um novo despertar da esperança. De verdade, porque cérebro cansado e sobrecarregado de ansiedade, tem horas que só o descanso salva — e um par de vezes durante essa transição salvará, literalmente. Mas vai adiante, que no adiante tem futuro, e esse futuro vai ser formado de vários presentes, e muitos deles vão ser melhores do que tudo que tu sentiu na tua vida até aqui. Porque estar na tua própria pele, conquistar teu corpo, teu espaço, teu nome, teu grito: faz tudo valer a pena. E faz justiça por aqueles e aquelas que não puderam: que essa é a nossa sina trans, de sofrer, conquistar, e inspirar.
 
Nesses três anos e sete meses, já escrevi minha vida da frente pro avesso, por dentro e por fora — em anotações que guardei, nas que joguei fora, nas que confiei que levava comigo mesmo sem anotar, e principalmente nos fóruns trans do Reddit. Já vou chegando no ponto onde vejo que transição tem final, sim — não o amadurecimento, ou as mudanças, essas seguem; mas transição, ir de A a B, essa sim, finalmente, parece abarcável e atingível. Daí que, conjugadas as inquietações múltiplas de inícios de transição que, enfim, se aquietam, e as reflexões todas que já foram refletidas, e a disforia que persiste, mas vai cedendo e sendo controlada; escrevo e transbordo e me derramo menos, e vou podendo dedicar essa energia e tempo pra outros usos. Mas até por isso, sigo aqui no nosso espaço como guardiã, pitaqueira, mana e sister e amiga legal e amiga chata e até mesmo de mod fundadora. E se boto, todas as semanas, e mesmo todos os dias, mesmo aqueles em que nem eu nem ninguém posta nada por aqui — minha energia e tempo pelo nosso sub, é porque tenho muito carinho por esse cantinho, por todos que aqui estão, e principalmente por aqueles ainda descaminhados, que nem conseguem juntar coragem de se abrir, conversar, quiçá revolucionar-se. Às vezes parecemos quietinhos enquanto sub, e às vezes pareço quietinha ou distante como pessoa, mas não se enganem: não tem espaço igual a esse na nossa faminta internet trans brasileira, e o que vamos construindo com nossas conversas, conteúdos, desabafos e suspiros, vai criando as condições pra mais e mais de nós encontrarem a informação que precisam pra se libertar. E eu estou aqui, pro que puder ajudar. Não sei muito, e minha nossa, o que eu tenho pra aprender ainda não tá no gibi! Mas enquanto eu puder, vou estar aqui pra dividir com todxs voxês. Contem comigo que, como andam dizendo por aí, tamo junto.
<3
 
E claro, um prompt pra finalizar: pra quem já transiciona, o que você diria pra sua versão rudimentar de início de transição? Se ainda não transiciona, o que espera aprender no caminho? Conta pra gente nos comentários!
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2019.04.20 18:34 SignorHolmes [Indicação de leitura] Vocês conhecem mais livros como estes para me indicar?

Edição para esclarecimento: Aceito dicas de livros sobre qualquer tema, não precisa ser, necessariamente, sobre trabalho ou estudos. O que importa mesmo é que o livro se proponha a esclarecer o leitor sobre algum padrão de pensamento ou sobre uma forma de enxergar o mundo. Então, digamos que você leu um livro explicando sobre, por exemplo, relacionamentos, ou dinheiro, ou qualquer outra área e, por ter lido esse livro, você passou a entender e agir melhor nesse ramo, em relação a antes de ler o livro, então está valendo a indicação.

Edição para complementação: Já li Deep Work, de Cal Newport. Recomendo "So good they can't ignore you", do mesmo autor, também.
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Vou classificar os livros que uso como referência em duas categorias.
1. A primeira compreende os livros que tratam de padrões de pensamento, de ferramentas mentais eficazes em contribuir para o aperfeiçoamento do nosso "maquinário mental", de uma forma mais particular, e da nossa performance nas atividades do cotidiano, de uma forma mais ampla. São eles:
Nesse livro, os autores oferecem um modelo teórico-empírico para explicar o porquê de algumas pessoas atingirem níveis extraordinários de excelência em suas respectivas áreas de atuação, em contrapartida à ideia de "talento inato". Segundo esse modelo (a meu ver, muito mais plausível que a ideia de talento inato), a excelência é fruto da construção iterativa de estruturas mentais a respeito daquilo que se pretende virar um expert*,* o que é demonstrado ao longo da obra por meio de exemplos coletados em mais de 20 anos estudando o assunto. Eles tratam, também, de esclarecer melhor aquela estória de que são necessárias 10.000 horas de treino para que alguém chegue no nível de expertise em sua área, popularizada por Malcom Gladwell em seu livro "Outliers: The story of success" (no Brasil, "Fora de série - Outliers: Descubra por que algumas pessoas têm sucesso e outras não").

Ainda estou nas primeiras páginas do livro, mas a premissa trazida pelo autor é semelhante à do anterior, qual seja, a de que a performance de alguém em determinada área é um resultado da qualidade da estrutura de pensamento (nesse livro ele chama de "mental framework" enquanto os autores do livro anterior chamam de "mental structures", mas, até onde eu li, são ideias correlatas). Aqui nesse livro, especificamente, a proposta é ensinar ferramentas que sirvam para aperfeiçoar nossas habilidades de formular julgamentos mais claros, precisos e livres de equívocos.

Esse foi o primeiro livro que li com esse tipo de premissa. Nessa obra os autores, que são professores de Harvard (a edição gringa é publicada pela Harvard University Press), argumentam que existem patamares de complexidade mental que as pessoas podem atingir ao longo da vida ou não, em função do que a forma como elas lidam com as suas atividades acaba sendo mais ou menos eficientes. Eles fornecem uma espécie de plano para que o leitor possa avaliar em que patamar se encontra e consiga avançar para o seguinte. Eles também dissociam a tal da complexidade mental de conceitos como talento inato e QI, e frisam que a complexidade mental não necessariamente cresce em função da idade da pessoa.

Ainda não parei para ler esse livro de capa a capa. Li apenas alguns capítulos, não necessariamente na sequência do livro. O que o autor propõe nele são princípios (ooohhhh) que ele diz usar no seu dia a dia e que, diz ele, foram e continuam sendo fundamentais para que consiga enxergar o mundo de uma forma mais clara e tomar mais decisões acertadas que equivocadas.

Também pulei algumas partes do livro. A ideia da obra é a seguinte: lá pela década de 40 do século passado, alguns alunos da Universidade de Harvard considerados os mais desenvolvidos (pelos padrões do que se considerava alguém como sendo desenvolvido à época) foram recrutados para um estudo que se prolongaria por suas vidas inteiras. O estudo consistia em coletar informações biológicas, psicológicas e sociais de cada um deles com vistas e entender o que os diferenciava dos demais. Pulando para a década de 80, quando o livro foi publicado, o autor, que era o então curador do banco de dados formado ao longo do estudo, percebeu que, em que pese esses alunos serem tidos como os mais aptos, o rumo que a vida deles tomou (profissional, pessoal e socialmente) não necessariamente equivalia ao potencial de cada um e essa diferença, segundo entendeu, tinha uma forte correlação com o que ele chamou de "mecanismos de adaptação à vida". Ou seja, as pessoas que alcançaram uma maior plenitude em suas vidas tinham atributos mentais em comum entre si (mecanismos de adaptação maduros, pela classificação do autor), ao passo que aqueles não tão bem sucedidos (novamente, para os padrões do que se esperava desse seleto grupo), desenvolveram mecanismos de adaptação imaturos ou, mesmo, patológicos.

2. Na segunda categoria, eu enumero autobiografias que acabam servindo como exemplos práticos dos modelos teóricos que os livros acima proporcionam. Servem meio que como casos de estudo e, no fim das contas, ao menos para mim, funcionam como uma forma de contextualizar melhor as ideias que eu aprendo com os livros mais teóricos.
A autora foi criada por uma família que, dentre outras coisas, rejeitava a educação formal e, por isso, não pisou os pés em uma escola até os 17 anos de idade. Nesse meio tempo, ela passou a maior parte de sua vida ajudando o pai no ferro-velho do qual era dono, ou a mãe, que era parteira e curandeira. Não obstante isso, resolveu "correr atrás" e, no fim das contas, ganhou um Gates Scholar e foi estudar em Cambridge.

Tem um tempinho que eu li esse livro mas, pelo que eu lembro, o autor era um desses caras que não estão "nem aí para a Hora do Brasil", como se diz popularmente... sabe como é, só queria saber de malhar e ir à praia, nunca foi nenhum gênio (não sei se é verdade ou se só diz isso para criar um impacto maior no leitor com a sua estória), só tirava notas baixas mas, a partir do momento em que decidiu se dedicar a construir uma mentalidade mais madura e evoluída, passou a ter resultados melhores, conseguiu ingressar em uma boa Universidade se formar no topo da turma e, hoje, é um magnata dos EUA.

Arnold Schwarzenegger dispensa apresentações, não é mesmo? O que esse livro tem de mais interessante não são dicas fitness, mas sim a narração do que estava se passando na mente dele enquanto ele batalhava para conquistar o que conquistou no mundo do fisiculturismo e do cinema. Na época em que o livro foi lançado, ele ainda não tinha sido Governador da Califórnia mas, em uma entrevista ele menciona as ideias do livro e diz que sempre que precisa enfrentar algum desafio, é nelas que busca apoio, o que fez, inclusive, quando entrou para a política.
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2018.09.21 06:07 Shiny-Caule A sociedade é mto escrota

É uma merda vivermos em meio a uma sociedade na qual toda e qualquer relação (pode ser profissional, amorosa, social, tanto faz) depende da sua aparência. Um cara jovem e que não está nos "padrões" da beleza masculina (corpo definido, bronzeado, cabelo bem cortado etc) é julgado pra caceta, pras mulheres eu imagino que seja a mesma coisa isso se não for pior. Eu sou aquele tipo de cara nerdzinho, que usa óculos, bem magrinho, cabelo normal e tal, toda hora vejo alguém que me julga, me trata diferente. O pior é quando as pessoas querem que você mude o seu jeito de ser apenas para agradar mais as pessoas, teve um dia que a menina me disse que só ficaria comigo se eu fosse mais fortinho.
Eu não vou mudar o meu jeito de ser não, mas ja to de saco cheio de conviver com tanto idiota ao redor. Sei lá, esse desabafo veio do nada, to sem sono e me veio a vontade de escrever algo e saí escrevendo e nem sei porque me veio isso na cabeça, talvez eu tenha algum complexo de inferioridade ou sei lá.
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2018.02.25 09:01 Fabianomcs A troca (se gostarem mando mais) conteúdo e linguagem adulta!

 A Troca 
ROBERT atendeu o telefone tremendo, excitado: *"a-alo" *"oi" disse CLARICE, querendo parecer despreocupada *"oi, é a PRISCILA?" perguntou ROBERT ansioso, muito rápido, o que fez ele sentir um pouco de vergonha, estava se entregando. *"isso!" respondeu CLARICE bem alegre! *"tudo bem ? você tá meio nervoso? eu to!" falando bem rápido também , tentando deixar o momento mais relaxado. *"hahahaha é, mais ou menos, normal ne, ficar nervoso falando com uma mulherona como você " *"hahahaha ahhhh paaara!! você sabe que eu não ligo pra isso." *"mas deveria. você é linda demais! e Tem muitos malucos nesse mundo, você deveria tomar cuidado." *"eu tomo, te stalkeei online seu bobo. descobri TUDO." falando mais lentamento o tudo, pra dar um ar de superioridade mas também de comédia. *"aaahh tá!" disse ele, escondendo o medo na voz "até parece" *"HAHAAHAHAHAHAAH" RINDO ALTO MAS GOSTOSO "brincadeira seu bobo! ahahahah você deveria escutar a sua voz, você deve estar escondendo alguma coisa hein! " *"eeeeu?" controlando-se ROBERT fazendo a voz cool "claro que não, você já me conhece" Apesar de conhecerem-se online , era a primeira vez que se falavam no telefone, a primeira vez que ouvia a voz dela, seu riso o encantou da mesma forma que as fotos. Era uma graça , ruivinha, toda gostosinha. novinha , bem novinha como ROBERT gostava delas. Sua foto falsa no perfil das redes sociais permitia muitos contatos iniciais desse jeito. Quando encontravam-se, CARLOS o verdadeiro modelo das fotos , as levava até um lugar desolado de carro, pra fumarem maconha, beberem e relaxarem. aí ele as drogava e elas iam pra outro lugar.
*"mas me fala, vamos um dia desses ver um filme, sei lá.VOCÊ CURTE UM CINEMA NÉ." ROBERT perguntou tentando não parecer muito velho. *"AAHAHAH cara, eu posso ser novinha mas esse papo de cinema... vamos logo fumar um , escutando uma música lá em casa" *"na sua casa.. ?? Acho que não, PRISCILA. Você não disse que morava com umas amigas?" *"moro com uma amiga. mas ela também fuma. Tá viajando com o namorado , por isso te convidei né.. dãaa" numa voz tipo OBVIO NE BABACA ROBERT não era mais nenhum garoto. já estava começando a ficar careca e aparentava fortemente os seus 46 anos. também não era nada bonito , nem chegava perto do seu alter-ego CARLOS, moreno sedutor de garotinhas fazia um tipo Chris Isaac. ROBERT não podia deixar de cantar um trecho na cabeça de wicked game quando via o cara. Era engraçado. *"não sei, amore. Vou pensar sobre isso e te digo depois. sou meio contra de ir na casa dos outros, principalmente uma mulher sozinha, novinha como você. depois você fala que eu te estuprei sei lá, tem muita mulher maluca no mundo. Acho melhor a gente se falar mais um pouco , que tal?" *"queee isssso! um cavalheiro, nesses tempos de perdição! hahahaha" disse ela, tentando não parecer nervosa "você não entendeu, essa pode ser a ultima chance em muito tempo. eu devo me mudar em breve.aí não sei se depois de quanto tempo poderei receber um cara sozinha, pra fumar um beck , ouvir musica e dar uns beijos sem ter que me estressar. " *"ta ta taa você me convenceu já hahahha. não sou tão ótario assim a ponto de desperdiçar essa chance" Muito feliz, sorrindo demais. *"você pareceu bem otário online hahhah" disse ela respirando fundo. parece que ganhara essa.
A casa em petropolis era Longe do centro, praticamente um sítio. CARLOS iria na frente pra preparar o terreno enquanto ROBERT esperava no outro carro. parecia ser mais fácil do que pensavam, lugar isolado, iria pega -la e joga la na mala do carro. a longa viagem de volta iria acorda la e começaria o terror. quando chegassem em seu destino , so o passeio já a teria aterrorizado o bastante pra ele estar de pau duro. já estava de pau duro agora só pensando. Geralmente CARLOS demorava umas duas horas com elas, até fumar o baseado , escutar uma ou outra musica , a sedução. Ele gostava desse tipo de jogo de gato e rato dela confiar nele ao ponto de poder lava-la pra um lugar ermo. Ser tão cruel e inocente ao mesmo tempo!!! depois se ela bebesse com ele um vinho , colocava um boa noite cinderela no copo dela, ainda fingindo ser um gesto romântico e gentil..e se não bebessem, chegava ROBERT com o pano de clorofórmio..as vezes elas percebiam logo , por ele fazer muito barulho e elas ficavam aterrorizadas o que era uma pena. Carlos achava que a carne delas ficava melhor tenra. 3 horas e nada. ROBERT estava se preocupando, tentando não ligar para o cara, pensando em vestir a roupa de policial que tinha mala. Era bom eles terem esse esquema a muitos anos , era bom ter um parceiro nas suas fantasias mais loucas. eles tinham se preparado bem , sempre pensavam muito em como fazer essas coisas.Pena que a arma sempre ficava com CARLOS, ele tinha uma réplica de pistola mas era um covarde. Preferia suas vítimas presas e indefesas em seu poder. por isso sempre precisou de CARLOS, não conseguiria fazer isso sozinho. iria ligar primeiro, depois bateria na porta. CARLOS atendeu bem rápido, parecendo um pouco esbaforido. *"oi cara, to no banheiro. tava trepando. amigo... ela é demais" disse ele, meio rápido demais. *"porra, maluco!!! trepando??? achei que de repente tava guardando ela pra mim também né seu escroto ahhaha!! mas tranquilo de repente ela dorme e fica ainda mais fácil né. faz parte do jogo deixar ela bem relaxada" *"lógico! vou desligar, tenho que voltar , ela tá me chamando, TCHAU cara" mais estranho que o normal a voz dele mas a menina era muito gostosa, dava pra entender. demorou mais um pouco o celular vibrou WHATSAPP: Vem que ela ta pronta, a porta da frente tá destrancada, pula o portão. *"ESTRANHO. é difícil ele mandar um whats. mas foda se o importante agora era fazer tudo rápido antes de aparecer alguém , vai saber né. a garota pode estar mentindo ou alguém chegar mais cedo da viagem, poderia dar uma porrada de coisa errado, tenho que ser rápido." pensou A casa era gigante, com uns 8 quartos ou mais. tinha umas duas luzes acesas e era só, CARLOS era sempre bem cuidadoso com detalhes, um cara bom pra se trabalhar. ROBERT entrou sem fazer um som sequer tirando o baque dos sapatos batendo no chão após pular o muro. Estava em boa forma , e o muro não fora nenhum impecilho. a porta estava entreaberta. Um pequeno corredor pra colocar casacos e guarda chuvas , dava pra uma sala gigante, com lareira e tudo. pesadas cortinas fechavam as janelas, poltronas e um tapete completava o que ROBERT podia ver da casa. estava tudo escuro e ele tentava ajustar a sua visão, e vira uma mão como se alguém estivesse sentado na poltrona funda e enorme que estava voltada pra lareira. se aproximou devagar , olhando os quadros gigantes que emolduravam o que podia ver na escuridão, um homem e uma jovem, com roupas antigas era o destaque por cima da lareira ,algumas brasas ainda acesas . *"CARLOS??" disse em voz normal, não muito alto percebeu movimento no canto esquerdo dos olhos e se virou para o que parecia ser uma escada e uma pessoa descendo , uma figura de mulher envolvida por sombras. tentou achar os interruptores para acender as luzes mas não havia nenhum. *"que porra é essa" pensou "cade a merda dos interruptores?" *"quem está descendo aí?? aqui é a polícia, porra" geralmente isso faz as pessoas pararem , responderem , a policia do Rio não é pra se brincar. mas o silêncio que imperou o deixou morrendo de medo e a figura continuava sua lenta descida, sem fazer um som. se apavorou e tentou voltar para o corredor quando percebeu uma silhueta em volta da luz na porta, uma outra pessoa estava do lado de fora. A porta se fechou e trancou tão rápido que não permitiu a sua reação.A ultima coisa que sentiu antes de desmaiar foi o cheiro intenso de químico, provavelmente de clorofórmio enquanto alguém o agarrava com força por trás, tanta força que ele nem conseguiu se mexer.
 2 
CARLOS deu dois toques na campainha e ficou esperando. Estava frio , eram quase 6 horas da tarde e tinha chovido. Estavam no meio de um inverno bem frio , até mesmo para os padrões de petrópolis. O portão abriu automaticamente e ele estacionou em frente da casa. Viu um movimento na porta da frente, e ela estava aberta. Foi adentrando a casa, devagar mas confiante para não estragar a sua vibe de gostoso. "priscila?" falou meio alto,no meio da sala escura e estranha. *"senta aí ! já to descendo!! bebe alguma coisa, tem um copo aí no encosto da cadeira!" gritou ela no altar de cima. *"beleza" respondeu, se sentando. A sala era bem velha, como se fosse decorada por alguém da idade de sua avó. Tinha uma lareira, alguns quadros, duas poltronas grandonas bem confortáveis de couro com encostos e lugares pra copo *"que nem no cinema!" pensou bebeu o melhor uisque da sua vida. que maravilha, nunca tinha sido tão bom, a vida era bela. ia pegar essa garotinha e quando menos esperasse estaria fazendo comida com uma das partes dela. as vezes era da bunda, as vezes os seios.. ele curtia cozinhar. acendendo o baseado,relaxou... e depois de 15 minutos estava dormindo. acordou e estava em outro lugar. algemado em uma trave de madeira em algum tipo de porão. a boca estava tapada com silver tape.Na sua frente uma pessoa com uma máscara de coelho estava sentada, olhando.Era uma mulher. *"eu peguei sua arma, então nem adianta tentar espernear ou tentar abrir as algemas. a coisa aqui vai demorar um pouquinho." disse CLARICE *"mmmmmmmmmm!!!!" tentou falar mas nada saiu obviamente. *"ta, olha só. eu vou ser rapidinha. eu sei quem você é. eu hackeio as pessoas , vivo disso. eu filmei o que você e seu amigo fazem. eu segui vocês eu vi o que você fez com uma menina. Cara você comer elas é uma ironia muito grande. puta merda eu vou tirar uma foto da sua cara quando você ver o que vai acontecer contigo hahahahaah" disse ela rindo muito e tirando a arma do bolso. isso fez ele se contorcer como uma minhoca. CLARICE colocou a arma na cabeça dele. *"mermão, para com essa merda" saiu da boca dela e era tão estranho, que ele parou realmente. ela parecia ser uma menina doce , ele ouvira a ligação que ROBERT tinha gravado, como ela conseguiu engana-lo tão facilmente? *"isso beleza. Agora escuta. só tem um jeito de você *NÃO morrer aqui. eu vou ligar pro teu parceiro lá fora e ele você vai dizer umas coisas pra ele. NADA de falar qualquer coisa com ele ou tentar avisar. algo nesse sentido eu atiro na sua cabeça na hora. Você entendeu?" fez que sim com a cabeça. tentaria avisar , sim mas com o tom da voz ao invés de palavras. vamos ver se ROBERT pescava. Depois da ligação, fez uma jogada, antes dela colocar a fita na boca dele de novo: *"Eu sempre mando uma mensagem de whats pra ele.Vai ficar estranho se eu não mandar" mentiu. *"pode ditar" disse ela com o celular na mão. ROBERT acordou no mesmo PORÃO que CARLOS mas algemado na parede como num castelo medieval. quanto tempo esteve dormindo.?? que porra é essa que tá acontecendo?? *"eei! o que tá acontecendo aqui!", gritou "me solta filho da puta, senão eu te mato!" ele sentiu outra pessoa no canto escuro a direita, alguém com máscara mas não dava pra ver o que era. *"ROBERT"? ele reconheceu a voz de PRISCILA. *"pri, é você?" respondeu. *"sou eu!" disse ela desesperada. *"tambem estou presa aqui!!" Era um angulo estranho para ve- la direito e a escuridão do recinto apesar de não ser completa (havia uma pequena fonte de luz em algum lugar) era bastante escuro pra não ver que ela estava solta. *"meu deus o que tá acontecendo" "é algum maluco" disse ele desesperado. "temos que tentar nos soltar" *"hahahahah eu não aguento hahaah" riu CLARICE, deixando o totalmente confuso. "não, robert. maluco aqui só você e seu amigo CARLOS"
 3 
Mesmo fechando os olhos, ROBERT não conseguia afastar a lembrança da criatura comendo CARLOS vivo. seus gritos nunca sairão da sua mente. já preso a 3 dias, mas recebendo comida e água o corpo apodrecido não o deixava dormir. PRISCILA tinha vindo e contado tudo a ele. Como hackea-lo tinha sido fácil, como eles deixaram o sucesso de nunca terem sido apanhados subir a cabeça ao ponto dele postar algumas coisas na deep web. Como o orgulho dele haviam condenado os dois. Depois ela passou um video, só mostrando a ele coisas que fariam com ele, torturas medievais da igreja católica que mostravam um mundo de dor, e formas de morrer bem lentamente, sofrendo muito. Tinha um homem no vídeo pedindo para morrer. Depois veio a criatura.
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2018.01.30 11:52 abacateatomico Essa nossa falsa meritocracia e a sensação de estar sendo esmagado pela vida

Eu venho de uma família bem humilde e trabalho desde os 18 anos, assim que saí do segundo grau. Passei para uma federal logo no primeiro vestibular e conciliei trabalho/estudo nos três primeiros anos, nos dois últimos alternava entre estágios e faculdade. Saí da faculdade empregado e estou assim até hoje.
Eu sei que muita gente vai dizer que estou reclamando de barriga cheia. Eu tô no mercado de trabalho desde 2004 sem nunca ter ficado desempregado. O único período em que não trabalhei foi em um intervalo de troca de empregos que durou quatro meses (recebi convite para trabalhar em outra empresa, mas a vaga foi suspensa temporariamente na última hora e acabei tirando esse sabático de quatro meses com a garantia de que a vaga seria reaberta em breve). E acho que fiquei um mês de bobeira em casa entre dois estágios lá pra 2008. E só.
Eu não ganho mal para os padrões brasileiros, pelo contrário. Apesar dos meus rendimentos terem caído um pouco com a crise, eu ainda faço um dinheiro legal. Mas caralho, eu estou estafado e cansado de ver gente com mais possibilidades avançar enquanto eu basicamente só trabalho.
Os casos desses meus colegas ou conhecidos que conseguiram galgar coisas novas são dos mais variados. Um dos meus estagiários de quando eu comecei a carreira quis fazer um concurso da Petrobras que abriria no fim daquele ano. Eu falei para ele do concurso, dei umas dicas e compartilhei material com ele. Só que fui promovido na época e minha agenda foi para a casa do caralho, trabalhando em um ritmo brutal. Desisti do concurso, ele não. Como era de uma família abastada do Rio, se demitiu do emprego, terminou a faculdade nas coxas (estava no último período) e os pais dele o sustentaram um ano e meio para se dedicar exclusivamente ao concurso. Passou e hoje vive uma vida extremamente tranquila e com excelente qualidade de vida devido às facilidades de trabalhar em uma estatal/serviço público.
Essa história se repetiu de forma quase idêntica uns dois anos depois, só que em um concurso do TRE. Uma menina que era minha subalterna se demitiu para se dedicar exclusivamente ao concurso e eu, tendo que trabalhar para ter alguma renda e ajudar meus pais, continuava sendo a locomotiva no trabalho. Sem menosprezá-la nem um pouco, até porque acho ela foda, mas eu tinha tanta ou mais condição do que ela para fazer aquele concurso, se tivesse como me dedicar. Ela passou, eu não.
No atual emprego, uma das nossas funcionárias decidiu que ia se dedicar ao mestrado. Largou tudo, terminou o mestrado, engatou um doutorado e já está dando aula em faculdades particulares com um conhecimento bem inferior ao meu sobre a profissão (ela mesmo admite e vem tirar dúvidas comigo às vezes, já dei palestras para as turmas dela algumas vezes).
A sensação que eu tenho o tempo todo é que as limitações que a pobreza impõe sedimentam minhas chances de crescimento. Hoje eu sou casado, minha esposa trabalha em um ramo muito instável e preciso ajudar meus pais porque a aposentadoria do meu pai é um pouco maior do que o salário mínimo e os custos deles com saúde são altos. Eu não posso me dar ao luxo de parar. Até juntei um bom pé de meia, já que sou um cara comedido com grana, mas os custos fixos que e tenho com família/casa são bem complicados.
Eu tenho um conhecido que vive uma situação muito semelhante. Meu cunhado tem uma história de vida parecida com a minha: o pai é autônomo e a mãe era dona de casa. O problema é que o pai dele ainda não é aposentado, teve um derrame e está em fase de recuperação. Os pais dele têm renda zero no momento e ele se vê obrigado a sustentar duas casas ao mesmo tempo.
É um maluco que ganha muito bem e excepcionalmente dedicado ao trabalho, mas que hoje se sujeita a um estilo de vida extremamente precário para manter as duas casas. Para manter o salário, ele trabalha longe de onde mora e basicamente sai de casa às 7h da manhã e chega 21h30. Ele ganhou peso de forma absurda por conta dessa rotina descabida. Se quisesse, ele podia se movimentar para trabalhar perto de casa, talvez seis horas por dia e sustentar a própria família com folga, mas o fato de ter uma origem humilde e a situação dos seus pais complica bastante as coisas.
Quando escuto as pessoas falarem sobre meritocracia, sobre dedicação, sobre "você vai longe, se acreditar", rola uma explosão nuclear dentro de mim. Eu olho ao meu redor várias pessoas em situações parecidas comigo. Origem humilde, primeira pessoa na família a fazer faculdade, pouco suporte familiar ou capital humano na família e vejo um quadro muito comum nelas: financeiramente estão ok ou até bem, mas geralmente em troca de condições de vida muito ruins.Trabalham longe de suas casas, jornadas de trabalho extensas, empregos duplos, ajudando os pais.
Quando você não tem um colchão familiar e a segurança de uma família estruturada financeiramente para poder dar um tempo a si próprio em busca de aprendizado, desenvolvimento ou novas oportunidades, você não tem chance de arriscar. Você só trabalha em busca do salário do mês seguinte e se fode, corre que nem um condenado para manter a cabeça acima d'água. E muitas vezes você até consegue manter a cabeça bem acima d'água e ganhando bem, mas sabe que qualquer deslize e o tombo é bem maior do que de uma pessoa oriunda de uma família abastada ou de classe média/média alta.
Me desculpem o longo desabafo, mas cheguei a um ponto em que estou quase surtando. Tenho um emprego e "meio" (um freela que faço um antigo cliente) que tem feito minha vida ganhar uma dinâmica militar quase ridícula, algumas semanas me pego dormindo 4 ou 5 horas por noite e praticamente sem tempo para aproveitar as coisas que conquistei. Sem contar que aos finais de semana é pura exaustão, a vontade é de nem se mexer.
Pau no cu de quem acredita em meritocracia e acha que as pessoas vivem em condições iguais, que tudo é fruto do esforço próprio, que é só se esforçar mais. E ainda me irritam mais quando me usam como exemplo. "Olha lá ele, veio de uma família pobre e hoje tem grana". Grana significa muito pouco quando você não tem tempo para se dedicar a você mesmo e ao seu crescimento por conta das circunstâncias que a vida lhe impõe e a falta de suporte ao seu redor. E grana significa menos quando muitas pessoas ao seu redor dependem dela ou de você.
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2017.11.13 21:35 tombombadil_uk Today I fucked up: a estranha sensação de reencontrar um amor do passado 12 anos depois / Parte 2

Não esperava que a Parte 2 ia rolar tão cedo, mas tem atualizações aí. Para quem quiser, dessa vez tem um TL/DR no fim.
A parte 1 é essa aqui: https://www.reddit.com/brasil/comments/7c6tsx/today_i_fucked_up_a_estranha_sensa%C3%A7%C3%A3o_de/
PS.: escrevi isso aqui correndo assim que cheguei em casa, então provavelmente pode estar confuso ou com uns errinhos. Nem de perto foi tão trabalhado quanto o conto que eu fiz da primeira parte. Me desculpem de antemão.
Tive uns dos finais de semana mais atípicos dos últimos anos. Acho que nunca viajei tanto em memórias e dúvidas. Será que realmente rolava alguma coisa? Aliás, será que foi ela mesmo que eu vi na rua? Ela aprecia tão mais velha que talvez sequer fosse a mesma pessoa. E cá estava eu viajando porque uma pessoa aleatória me morou na rua e eu a confundi com alguém que não vejo há doze anos.
Ainda assim, embarquei na onda da nostalgia. Escutei os CDs do Linkin Park, System of a Down, Evanescence e Radiohead que a gente ouvia na época, baixei alguns jogos que eu jogava na época (Xenosaga, Burnout e alguns outros) e coloquei no PS2 que eu achei por um preço ridículo numa feira de rua. Assisti Anjos da Noite e Oldboy, dois que eu lembro de ver naqueles tempos. Domingo eu estiquei a ida à feira e fui até o curso de inglês que frequentávamos juntos, refiz o caminho de lá até casa onde os pais dela moravam. Antes que perguntem, não, eles não moram mais lá. Sei disso porque a casa apareceu à venda há muito tempo.
Foi um fim de semana agridoce. A esposa me achou meio para baixo, eu revirei horas no travesseiro antes de conseguir dormir. Segunda de manhã, indo para o trabalho, eu já estava mais sossegado. Cheguei à conclusão que havia uma enorme possibilidade daquilo tudo ser um baita mal entendido, que aquela mulher sequer era ela. E que eu provavelmente jamais a encontraria na minha vida. E me preocupar com algo tão inatingível era sem propósito algum. O fato de eu ter tentado encontrá-la no Facebook por horas sem sucesso só reforçava isso.
Eu conhecia apenas um dos seus sobrenomes, mas ela não aparecia de forma alguma. Tentei com sobrenome aleatórios algumas boas 20 vezes, devo ter aberto mais de 200 perfis. Nada. Nem sinal.
Mas eu queria falar com alguém sobre aquela história, então decidi me abrir com um amigo do trabalho que é bem gente fina e em quem confio. Passei o almoço contando a história e depois ficamos uns 40 minutos discutindo o assunto. A conclusão dele foi a mesma da galera daqui: "Caralho, como você não falou com ela? Dava um oi, chamava pra conversar".
Falei para ele também que estava começando a duvidar de mim mesmo. Ela estava com uma aparência tão mais velha e nós temos a mesma idade, eu dizia. "Cara, classe média baixa, dois filhos com 20 e poucos anos, voce nem sabe se ela é casada ainda ou não. Às vezes virou mãe solteira e está numa luta fodida".
Quando voltamos para o trabalho, fiz mais uma rodada de pesquisa no Facebook. Talvez fosse uma memória embasada do passado, talvez fosse só uma coincidência, mas eu cismei com o sobrenome Ferreira. Não era o sobrenome que eu sabia com certeza, só um chute que ficava martelando a minha cabeça. Parte de mim dizia que era confusão. Eu tinha uma amiga com o mesmo nome dela é Ferreira no sobrenome, provavelmente estava só confundido as coisas.
Nesse processo, aprendi que o Facebook te dá resultado diferentes para a mesma pesquisa quando você a faz de tempos em tempos. E logo depois desse desabafo, como se falar em voz alta fizesse ela se materializar, ela apareceu. O mesmo rosto de 12 anos atrás, o mesmo sorriso, os mesmos olhos. Minha mão tremeu no computador, levantei para pegar um café é uma água. Respirei fundo, e voltei para ver o resultado.
No começo, senti um misto de alívio e decepção. Ela parecia exatamente como 12 anos atrás, então não era possível que aquela mulher que encontrei na semana passada fosse ela. Abri o perfil e comecei a ver as fotos, os filhos, a pouca vida dela que aquela janela mostrava. Quando abri uma foto mais recente da linha do tempo, a verdade voltou com um soco no estômago: eu realmente a encontrara. A foto de perfil era antiga, mas as mais recentes não deixavam espaço para dúvidas. Eu tinha esbarrado com ela.
Chamei meu colega de trabalho para tomar um café e mostrei as fotos no celular. "Se você não me dissesse que ela tem a mesma idade que a gente, eu nunca ia acreditar em você. Ela parece uns dez anos mais velha, mas era a menina bonita antigamente". E fez a pergunta que eu já estava fazendo mentalmente. "Porra, uma porrada de foto com a família e os filhos, mas e o pai?".
A resposta eu encontrei na lista de amigos dela. Percebi que tinha amigos em comum com outra pessoa da família que tinha o mesmo sobrenome, um amigo farmacêutico que começara a trabalhar em uma farmácia perto do ligar onde trabalho. Era perfeito. Liguei para ele dizendo que queria trocar uma ideia, mas ele tinha acabado de ser transferido para outra unidade da rede para cobrir uma unidade. Com um fogo no cu absurdo, larguei o foda-se no trabalho, peguei um Uber e fui para lá.
No caminho, eu já não sabia bem o que estava fazendo. Eu ficava vendo e revendo aquelas fotos no celular no caminho, lembrando mais e mais dela. É engraçado lembrar de uma pessoa com quem você teve um relacionamento tão profundo e tão curto há tanto tempo. Às vezes eu não sabia bem se eu estava lembrando de alguma coisa ou se eu estava fantasiando, se estava extrapolando algumas memórias.
Fuçando o Facebook dela - curtidas, comentários, gostos, fotos - eu via que ela era exatamente o que eu imaginava. Uma pessoa extremamente simples, de família de classe média baixa, com um estilo de vida simples, bem família e discreta. Os filhos pareciam ser o primeiro lugar em tudo.
Encontrei meu amigo por volta das 16h e subi para a sobreloja da farmácia. Ele vivia falando que o trabalho dele era um marasmo absurdo e tudo que ele fazia quase o dia inteiro era ficar no segundo andar jogando 3DS e como ele estava prestes a comprar um Switch só por conta disso. "Queria ter esses problemas no meu trabalho", brinquei.
Esse meu amigo não é super próximo, mas nos conhecemos há uns 15 anos e crescemos na mesma vizinhança. Apesar de não ser o tipo de pessoa para quem eu desabafo, é alguém em quem eu confio demais. Contei para ele a história toda. "Porra, mas achei que você e XXXX fossem felizes. Vocês têm uma vida tão tranquila". A gente é, eu expliquei. Na verdade eu sou feliz para caralho com a minha vida conjugal, "mas essa ogiva nuclear me fodeu completamente. Pelo menos nesse fim de semana".
É aqui que a história dá uma guinada um pouco para pior. Meu amigo farmacêutico é o tipo de cara que está a cada semana com uma mulher diferente. Os namoros nunca duravam muito. Ele é pintoso e gente fina, então é o tipo de cara para quem chove mulher. E uma dessas mulheres era prima dela, uma mulher com quem ele saiu até por bastante tempo (quase seis meses) dentro dos parâmetros dele.
Ele não lembrava os detalhes, mas ela ficou "falada" na família por conta da crise no casamento. Casou nova, passou para um concurso público que pagava bem mal, mas pelo menos era um emprego garantido, e teve um filho logo no primeiro ano do casamento. No começo, parecia conto de fadas: os dois colegas de escola casam, passam em concursos públicos diferentes (naquele boom de concursos que rolou entre 2005~2010) e têm dois filhos bem rápido. Aos 22 anos, eles já tinham a vida "feita" para alguns padrões.
Mas isso não durou muito. Meu amigo farmacêutico não sabia dos detalhes, obviamente, mas o cara se arrependeu de ter casado tão cedo. Ela largou a faculdade para se dedicar aos filhos. Ainda assim, faltava tempo para cuidar dos dois. Ela largou o emprego público também para se dedicar às crianças e virou dona de casa em tempo integral.
"Ela passou em um concurso público de primeira, eles achavam que ia ser fácil entrar em órgão público mais tarde, quando as crianças estivessem maiores". Burrice do caralho, pensei. A procura por concurso público cresceu vertiginosamente e as vagas minguaram. Agora até os concursos mais bundas tinham altíssima concorrência.
Aparentemente, boa parte da família foi contra. A gente está falando de uma família de classe média baixa de um subúrbio bem quebrado. Para eles, aquela vaga no emprego público era a garantia de que ela teria estabilidade para a vida toda. Ela insistia que o marido tinha um emprego melhor e que eles economizariam tendo ela como dona de casa.
Passaram algum tempo juntos dessa forma, mas o cara ficou de saco cheio. Meu amigo não sabe se chegou a acontecer traição ou não, mas ele enjoou daquela vida. Achava que tinha casado muito cedo, que não tinha aproveitado a vida. Que os dois se precipitaram, que ele não tinha vivido. Que ele não queria ficar preso naquela vida desde tão cedo.
E meteu o pé.
Na família, segundo meu amigo, rolava um misto de pena e revolta com a menina pelas decisões dela. No final das contas, ela voltou para a casa dos pais, entrou em depressão e passou a viver em função dos filhos. Ela não conseguiu terminar a faculdade e jamais a reatou por causa deles também.
Caralho.
No caminho para casa, eu fiquei pensando o quanto aquilo era triste e curioso. Triste por razões óbvias. Curioso porque ela viveu o meu sonho. Sei que pode parecer besteira, mas meu sonho sempre foi casar e ter filhos cedo. Eu nunca fui um cara muito da pegação - até porque, como já disse aí, sempre tive a auto-estima muito baixa - e sempre quis ter uma família, meu sonho sempre foi ter filhos. E eu queria curtir os meus filhos o máximo que pudesse. Imagina você com 32 e um filho de 10 anos? Quanta coisa gostosa você não ia poder compartilhar, viver junto? Acho que o passar do tempo torna o abismo entre as gerações cada vez maior, o que dificulta essa aproximação entre pais e filhos. Em tempo, é só uma opinião pessoal. Não tenho filho, então não tenho muita voz nisso e posso estar redondamente enganado.
Ela viveu o meu sonho, mas tudo deu radicalmente errado. Hoje eu entendo como deve ser problemático casar cedo. Eu casei com 26, o que muita gente já chamaria de cedo hoje em dia. Mas caralho, casar aos 20? Eu precisaria ter certeza absoluta de que estava com uma ótima pessoa ao meu lado, mas é difícil a gente chegar a essa conclusão tão cedo. A maioria das garotas com quem saí entre meus 18~22 anos jamais estariam na minha lista de possíveis esposas hoje em dia. Algumas são minhas amigas até hoje, mas a grande maioria ganhou pensamentos e posições que vão contra quase tudo que eu acredito.
Tentei imaginar a vida dela agora. 32 anos, dois filhos, divorciada, sem faculdade e depois de largar um emprego público, morando na casa dos pais. Os posts e fotos dela no Facebook tem um quê de agridoce. Parece haver um amor incondicional pelos filhos e pelo desenvolvimento deles. Mas ao mesmo tempo parece haver uma triste por não ter aproveitado a vida. Encontrei até um post antigo em que ela nunca tinha andado de avião e sonhava em conhecer a Europa, postava fotos dos lugares que gostaria de viajar, lia livros sobre eles.
Eu sei que isso pode soar paternalista, mas tudo isso me pesava muito o coração. Me dava vontade de ir lá, de mudar a vida dela, de levá-la para Paris, Roma, Praga, Porto, as poucas cidades que visitei nas vezes em que fui para lá. Me dá vontade de correr para encontrá-la, abraçar, ficar com ela, conversar, qualquer merda.
Mas aí eu caio na realidade. Cá estou eu, casado, relativamente estabelecido, vivendo super de boa até sexta-feira. E se eu puxar uma conversa no Facebook para encontrá-la, chamar para um café pelos velhos tempos e falar que fiquei sem jeito de puxar papo com ela quando a vi na praça sexta-feira? O que eu vou dizer?
Depois de explicar porque saí do curso daquele jeito, 12 anos atrás, vou falar que era completamente apaixonado por era e que estava me sentindo feito um adolescente agora? Será que não vou adicionar mais um arrependimento para a lista dela, partindo do princípio que ela talvez também sentisse algo por mim à época? E se não sentia, de que isso serviria?
E não sei as consequências que vê-la pessoalmente podem ter. Sim, ela parece bem mais velha e o tempo não foi bom com ela. Mas eu ainda a acho linda e sinto um aperto no coração idiota toda vez que olho para as fotos dela no Facebook. Eu tenho medo de aparecer, me mostrar como algum exemplo da felicidade e bom senso (sim, já escutei de amigos meus que tenho a vida "perfeita demais" por conta do meu bom senso em geral, apesar de eu achar que tenho uma vida ok, só pautada pelo "pensar antes de fazer") que apenas acentue as más escolhas dela. Eu tenho medo de não aguentar e fazer merda, de estragar um casamento que vai bem para caralho.
Ela está aqui, a um clique de distância, e não sei o que fazer. Nem se devo fazer alguma coisa.
TL/DR: achei a menina no Facebook depois de chutar dezenas de sobrenomes diferentes. Ela está divorciada, largou um emprego público e parece estar numa fossa fodida. Eu não sei se devo fazer alguma coisa ou deixar esse feeling morrer e continuar vivendo deixando esse fuck up de ter sumido da vida da menina para trás.
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2017.11.11 07:06 tombombadil_uk Today I fucked up: a estranha sensação de reencontrar um amor do passado 12 anos depois

A quem possa interessar, agora tem uma parte 2: https://www.reddit.com/brasil/comments/7cq1rk/today_i_fucked_up_a_estranha_sensa%C3%A7%C3%A3o_de/
Reencontrei uma pessoa muito querida para mim ontem de maneira completamente randômica. É um caso tão bizarro que não sei para quem desabafar, já que esse "relacionamento" que eu mantive há 12 anos não chegou a ser sequer um relacionamento e nunca contei dele para ninguém. Esperei a esposa dormir, sentei e escrevi um conto. Fiz uma trash account para jogar isso aqui.
Desculpem o desabafo longo, mas foi o lugar que encontrei para soltar isso.
xxxx
Aconteceu no fim de tarde de uma sexta-feira quente. A cidade impaciente se esvaía para casa nos ônibus e metrôs lotados, a onda de calor de novembro apertando o passo de quem só queria o refúgio caseiro. Saí do metrô da esperando encontrar uma noite fresca, mas fui pego no pôr-do-sol atrasado do horário de verão. Passara o dia fora do escritório em um evento extremamente técnico e só queria desligar a cabeça. Estava bem vestido, mais do que o de costume. As calças jeans escuras relativamente novas, a blusa social quadriculada que usava quando queria se arrumar – mas nem tanto – e a bolsa de couro recém-comprada para ter um ar mais profissional nesses eventos externos.
Me sentia bonito, sentia até que minha barba reluzia ao pôr-do-sol. Ridículo, né? Um pouco de contexto: sempre fui uma pessoa acima do peso e havia acabado de registrar a perda de 32 quilos e indo à academia diariamente. Como qualquer um que foi gordinha a maior parte da vida, eu estava me sentindo muito bem. Por isso, peço que sejam indulgentes comigo. Até porque esse fato é relevante para a história.
Caminhando pela praça em direção ao ponto do ônibus que me levaria para casa, me desvencilhava dos ambulantes peruanos e suas bolsas falsificadas, dos entregadores de folhetos do sex shop de uma galeria ali perto – frequentadores fiéis da praça desde que eu me entendo por gente e provavelmente responsáveis por um número considerável de árvores derrubadas para fazer seus folhetos nessas décadas – e dos estudantes, que tanto pareciam carecer de pressa. Naquela multidão de gente, me surpreendi por notar alguém que me mirava de cima a baixo logo à minha esquerda.
No começo, não me virei. Julguei ser uma daquelas ilusões que a gente tem no canto do olhar. Três, quatro, dez passos. A pessoa continuava ao meu lado e me olhando atentamente, não sobravam dúvidas. Virei o rosto e dei de cara com ela.
Eu gosto muito de ler, mas não sei se já achei na literatura algum trecho que mostre o quão chocante é reencontrar um amor perdido depois de tantos anos. Ela entrou pelos meus olhos e me atravessou por inteiro, trouxe de volta as memórias que já julgava mortas e enterradas havia muitos anos. Por dentro, eu me senti despedaçado, como se tivesse estourado um balão há muito tempo comprimido no canto do subconsciente. Eu lembrei das manhãs que passava com ela, do dia em que ela me deu um CD do Linkin Park, de quando fui embora sem me despedir e não cortei o relacionamento – tosco, incompleto e desajeitado – que nós mantínhamos.
O choque seria menor, certamente, se não houvesse uma tristeza tão cristalina em seus olhos. Ela rapidamente virou o rosto e apertou o passo, mas eu fiquei ali atrás com aquela imagem fixa na memória. Me permiti olhá-la por inteiro enquanto avançava à minha frente. Não por desejo, mas por saudade. Saudade da pele morena, do cabelo ondulado que lhe descia pelas costas da mesma forma que fazia há mais de uma década. E saudade dos olhos de arteira que ela tinha, dos quais eu só lembrei depois de vê-los tão melancólicos. Nos conhecemos no fim do segundo grau e começo da faculdade, não éramos mais crianças. Mas os olhos dela sempre me encantavam: pareciam os olhos de alguém que está ansioso e animado ao mesmo tempo, o olhar de criança que está prestes a fazer merda e sabe disso.
Por sorte, ela seguia na mesma direção do ponto de ônibus e eu a seguia com meus olhos. Não tive forças para cumprimentá-la, a vergonha falou mais alto. Ela também não quis fazê-lo e foi fácil entender porque. Ela envelhecera bem mais do que eu esperava. Tínhamos a mesma idade, eu e ela, mas lhe daria uns dez anos a mais do que eu sem pensar duas vezes. Ganhara peso, o rosto e o cabelo pareciam maltratados, a roupa era desleixada. Nenhum julgamento aqui, quem não teve seu dia de ‘foda-se o mundo’ que atire a primeira pedra. E mesmo assim fez o meu coração parar. E mesmo assim eu só queria correr para perto dela e dizer oi.
Eu e ela éramos criaturas estranhas. Nós dois vínhamos de famílias de classe baixa, nós dois estávamos em um curso de inglês pago por algum parente mais rico, nós dois começamos a trabalhar cedo, nós dois éramos excelentes alunos, nós dois fazíamos parte daquela onda de rock do começo dos anos 2000 que incluía Linkin Park, Evanescence, System of a Down e algumas outras bandas que estavam na moda na época.
Começamos a nos aproximar quando contei para ela que queria fazer XXXXX (carreira omitida). Ela também queria, por isso passamos o ano anterior ao vestibular trocando dicas, comentando provas e trocando confidências no fim da aula de inglês. Eu fazia questão de levá-la para casa todos os dias após o fim da aula de inglês e nós acabamos ficando muito próximos. Só tinha um detalhe: eu e ela éramos comprometidos. Eu namorava uma colega de escola há pouco menos de um ano e era perdidamente apaixonado por ela, apesar dela ter se tornado uma companheira extremamente abusiva ao longo do relacionamento e termos nos separado. Ela namorava um amigo de infância, tinha tudo para crer que ela também era apaixonada por ele e estava prestes a se casar dali a um ano e meio. Sim, ela casou-se ridiculamente cedo, com apenas 20 anos e teve dois filhos logo depois, pelo que eu ficaria sabendo mais tarde por acidente. Nesse período de cerca de dois anos, mantivemos esse relacionamento estranho que eu sequer sei como classificar. Recém-chegados no curso achavam que éramos namorados, apesar de nós nunca nos abraçarmos, andar de mãos dadas ou coisas do gênero. Os alunos que estudavam conosco há mais tempo e já tinham visto nossos verdadeiros namorados achavam apenas que colocávamos chifres neles. Nós nunca fizemos absolutamente nada. Não houve beijo, não houve cabeça no ombro, não houve mãos dadas. Fisicamente, nunca houve nada. Mas havia ali uma cumplicidade quase criminosa, olhares mais longos do que o necessário, um quase que jamais se tornava realidade. Talvez esse carinho fosse fruto de sermos tão parecidos e termos origens tão similares.
Mas tudo acabou sem aviso. Em um intervalo de meses, sofri um duplo revés. O parente que pagava o meu curso descobriu que estava com câncer e seus custos com saúde aumentaram drasticamente. Eu já estava trabalhando e podia pagar, mas perdi o emprego no mesmo semestre. Tudo aconteceu em um intervalo de um mês, em janeiro, e eu não pude voltar ao curso para o semestre seguinte. Era uma época diferente. As redes sociais não eram tão onipresentes (eu tinha meu bom e velho Orkut, ela achava rede social bobeira) e não havia Whatsapp. E algo em mim insistia em dizer que era errado ligar para ela, que era ir longe demais. Então eu sumi da vida dela sem aviso, sem dar satisfação. Simplesmente não me matriculei no curso e jamais toquei no assunto com ninguém, nem com meus amigos mais próximos. Doeu – e doeu muito – mas eu deixei a vida sedimentar tudo aquilo. Eu ganhei peso, meu relacionamento com aquela namorada não andava bem. Naquele momento, eu só queria sumir e não ver mais ninguém. E aquela saída brusca acabou me ajudando nesse sentido. Some aí a baixa auto-estima. Eu nunca achava que uma mulher estava dando bola para mim até elas praticamente se jogarem no meu colo. Quase todas as mulheres com quem saí tiveram a iniciativa ou deixaram bem claro que queriam alguma coisa, sempre fui lerdo ao extremo para flerte. E perdi grandes oportunidades por conta disso, mas isso é passado e não me causa dor, só uma risadas. Exceto nesse caso.
De lá para cá, soube pouco dela. Descobri por um grande acaso que ela teve dois filhos logo após o casamento (Orkut de amigo de um amigo de um amigo que estava no chá de bebê do segundo filho dela, rs). Também vi que ela não passou no vestibular para a carreira que escolhemos, senão seria mais fácil encontrá-la. O curso era bem concorrido e ela não passou duas vezes. Na terceira, já estava com filho e casada, então não avançou. Esbarrei com ela enquanto estava grávida do primeiro fazendo compras no mercado com o marido. Nesse dia, eu estava acompanhado de vários amigos, completamente bêbado e indo para uma festa na região boêmia da cidade. Trocamos um olhar meio constrangido nesse dia, nada mais. Tinha uma mágoa bem nítida nos olhos dela, mas eu ainda relutava em acreditar que eu significava muita coisa para aquela menina. Eu só iria me tocar anos mais tarde que eu, apesar de estar fora dos padrões de beleza, recebia sim atenção do sexo oposto.
Agora avançamos 12 anos no futuro. Cá estou eu, perdido, olhando para uma mulher que teve um relacionamento tão tênue e tão profundo comigo ao mesmo tempo. Ela parou e entrou em uma loja de sapatos em frente ao ponto de ônibus para o qual eu estava indo e, mesmo pela vitrine, trocamos alguns olhares demorados. Eu queria chegar perto, eu queria dizer oi, eu queria chamá-la para jantar. Mas, no auge dos meus 30 e poucos anos, eu me senti um adolescente envergonhado de 17. E uma voz bem clara ecoava na minha cabeça: “você é casado, você tem um casamento muito feliz e você nunca traiu sua esposa e nenhuma das suas outras ex-namoradas. Você não vai começar a fazer merda agora”.
E se eu fosse dar um oi, serviria de quê? Requentaria um amor adolescente que provavelmente só faria mal a nós dois? Reviveria a mágoa daquele adeus decepado, sem dar a menor satisfação? Tudo isso só transformava minhas pernas em âncoras que meus olhos teimavam em ignorar. Ela saiu da loja e, pela primeira vez naquele fim de tarde, me olhou de forma direta. Sem aquela desviada de olhar que vem um par de segundos depois, sem aquela sensação de acidente ou constrangimento. Nos encaramos por um período que, me perdoem o clichê, parecia uma eternidade. Eu sabia que aquela era a minha deixa para chegar mais perto, mas eu não fui. Ela me deu as costas e sumiu na multidão, provavelmente para sempre. Meu coração ficou ali perdido, sem saber como era possível lembrar-se de tanta coisa em tão pouco tempo.
Sentado no ônibus de volta para a casa, as memórias vinham em atacado. O dia em que ela fez uma cópia do Hybrid Theory e me deu de presente de aniversário. A vez em que eu ganhei de um amigo meu um chaveiro do Nirvana e, quando ela foi pegar para ver, sem querer seguramos as mãos por uns segundos que pareciam compreender toda a história da humanidade. Quando levei meu discman para o curso e a gente escutou junto um álbum do System of a Down no ano em que lançaram Hypnotize e Mezmerize.
É triste a vida ser tão curta, eu concluí. Tem tanto amor para se viver, tanta história que poderia se escrita a dois que nós nunca vamos conhecer. Tanta coisa inesperada que acontece num fim de tarde sem propósito, tanta coisa que a gente deixa de perceber e que acontece porque você notou alguém no canto do seu olho. E eu, muito provavelmente, nunca mais vou vê-la. Se eu tivesse a oportunidade de reviver esse momento, eu não sei o que eu faria. Chamava para tomar um café e pedia desculpa por nunca ter falado que eu era perdidamente apaixonado por ela e que vivia um relacionamento conturbado com uma companheira abusiva, mas que a baixa auto-estima me impedia de agir? Diria que havia praticamente esquecido que ela existia nos últimos 10 anos, mas que bateu um misto de culpa e carinho enormes tanto tempo depois? Não acho que nada disso valeria a pena.
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2017.09.21 15:18 -Diogenes- Boa dia, meus amigos anônimos! Gostaria de despedir-me, não, não é um post sobre suicídio. Hoje, farei uma cirurgia e gostaria apenas de dizer-lhes algumas coisas.

Bem, tenho longos anos de internet, muitos mesmo. Era um frequentador assíduo de imageboards, peguei praticamente todas as fases destes locais. Até que um dia conheci o Reddit, aqui, pude aprender, participar de discussões saudáveis e proveitosas. Apesar de ocorrerem algumas animosidades aqui e ali, ainda é, de longe, o ambiente mais limpo da internet.
Aprendi coisas novas, vi que a comunidade é bastante receptiva e possui uma usebase bastante diversificada.
Não sei qual será meu futuro, a cirurgia é relativamente simples, o que complica é o meu estado de saúde e algumas outras coisinhas. Espero que corra tudo bem e que tudo se reestabeleça. Agradeço a todos a companhia neste período e desejo tudo de bom para vocês, muita saúde, força e sorte.
Para quem quiser e tiver paciência, aqui vão alguns conselhos de uma meia vida vivida. Ignorem os que não forem úteis.
Já estou atrasado, não poderei levar o celular, então até logo ou até um dia, cuidem da saúde, é sério, cuidem mesmo.
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2017.08.25 10:27 YumaS2Astral O que é considerado "nudez" aos olhos do Facebook?

Nudez é algo que é proibido pelos padrões da comunidade do Facebook, isso todo mundo aqui está careca de saber. Entretanto, aparentemente qualquer coisa que seja considerada sexualmente sugestiva pode ser removida pelo Facebook como "nudez".
Por que estou dizendo isso? Bem, é que recentemente fui bloqueado por 24 horas por postar uma imagem que nem de longe é nudez. Eu admito que a imagem é sexualmente sugestiva (e como). Mas a imagem ainda não pode ser considerada nudez, e até onde eu sei, imagens sexualmente sugestivas não são proibidas de fato pelos padrões da comunidade do Facebook. Só se eu tiver lido errado esses padrões em algum ponto.
Não sei se as regras deste subreddit me permitem postar a foto para que vocês possam ver. Mas eu posso enviar a foto via mensagem privada para qualquer um que queira vê-la, ou posso postar link nos comentários se os moderadores disserem que eu posso. Dito isso, a imagem é um yaoi em que os personagens estão de roupa, mas estão sem calça (só de cueca), e estão numa posição sexualmente sugestiva. Eu entendo que a imagem não pode ser considerada nudez apesar disso.
Eu também fui bloqueado no ano passado por postar uma imagem do personagem "Ele" (das Meninas Superpoderosas). A imagem foi removida como "nudez", mas não tem nudez na imagem, e o pior de tudo é que o personagem nem estava numa posição sexual. A imagem era do próprio desenho. No entanto, eu postei um título que pode ser considerado sexualmente sugestivo. A imagem em questão: http://i.imgur.com/TVthRhP.png
Eu ainda não consigo entender, no entanto, em que mundo isso é considerado nudez.
E na verdade eu fui bloqueado denovo por 30 dias no início desse ano por postar essa mesma foto do "Ele". Mas o mais absurdo de tudo é que eu tinha postado essa foto 1 ano atrás! Eu quero dizer... Eu levei bloqueio de 30 dias por postar, 1 ano atrás, uma foto que nem se quer era nudez.
A conclusão que consigo chegar dada essa situação, é que o Facebook é completamente paranoico com nudez. Eles vão ir até os seus limites para remover tudo que for minimamente sugestivo sexualmente. Eles querem que a gente viva num mundo onde tudo é "bonitinho" e politicamente correto, aonde não existe sexo. Outra coisa que percebi é que se alguém não gostar do que você postou, basta alguém denunciar como sendo nudez, e o Facebook vai remover.
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